Tudo sobre o novo acordo ortográfico

Novo acordo ortográfico

Falar sobre o novo acordo ortográfico implica saber que em termos históricos já se fizeram várias tentativas de unificação da ortografia da língua portuguesa, sendo que a primeira data de 1911, que culminou em Portugal na primeira grande reforma. Depois existiram várias tentativas, sendo a mais importante a de 1990 que é a que está por trás de todo o celeuma levantado actualmente sobre esta questão.

Quando vai entrar em vigor este acordo?

Seguindo o disposto numa reunião da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), realizada em Julho de 2004 em São Tomé e Príncipe, ficou decidido que para o novo acordo entrar em vigor, bastaria que três países o ratificassem. O Brasil em Outubro de 2004, Cabo Verde em Abril de 2005 e São Tomé em Novembro de 2006 ratificaram o acordo, estando assim cumprido o disposto nessa reunião da CPLP. Em Portugal, este acordo foi ratificado pelo Governo a 6 de Março de 2008, faltando a aprovação no Parlamento ou pelo Presidente da República. Caso seja aprovado, entrará imediatamente em vigor, no entanto está permitida uma fase de adaptação de 6 anos onde são permitidas as duas grafias.

O que muda, afinal?

O alfabeto português passará de 23 para 26 letras, com a inclusão em definitivo do k (capa ou ), do w (dáblio, dâblio ou duplo vê), y (ípsilon ou i grego).

O uso de maiúsculas e minúsculas obedece a novas regras:

  1. os meses do ano e os pontos cardeais deverão ser escritos em minúsculas (janeiro, fevereiro e norte, sul, etc.).
  2. poder-se-á usar maiúsculas ou minúsculas em títulos de livros, no entanto a primeira palavra será sempre maiúscula (Insustentável Leveza do Ser ou Insustentável leveza do ser)
  3. também é permitida dupla grafia em expressões de tratamento (Exmo. Sr. ou exmo. sr.) em sítios públicos e edifícios (Praça da República ou praça da república) e em nomes de disciplinas ou campos do saber (História ou história, Português ou português)

A supressão de consoantes mudas tal como o nome indica, vai levar ao desaparecimento de consoantes, em que o critério para tal é a sua pronúncia.

  1. cc - ex.: transacionado, lecionar. Mantém-se em friccionar, perfeccionismo, por se articular a consoante.
  2. - ação, ereção, reação. Mantém-se em fricção, sucção.
  3. ct - ato, atual, teto, projeto. Mantém-se em facto, bactéria, octogonal.
  4. pc - percecionar, anticoncecional. Mantém-se em núpcias, opcional.
  5. - adoção, conceção. Mantém-se em corrupção, opção.
  6. pt - Egito, batismo. Mantém-se em inapto, eucalipto.

Passam a ser suprimidos alguns acentos gráfico em palavras graves: crêem, vêem, lêem passam a creem, veem e leem; pára, pêra, pêlo, pólo passam a para, pera, pelo e polo. As palavras acentuadas no ditongo oi e ei passam a ser escritas sem acento: estoico, paleozoico, asteroide e boleia, plateia, ideia. Existe também a supressão completa do trema(¨): aguentar (e não agüentar), frequente (e não freqüente), linguiça (e não lingüiça). Supressão do acento circunflexo em abençoo, voo, enjoo.

O uso do hífen vai ser suprimido em:

  1. palavras compostas em que o prefixo termina em vogal e o sufixo começa em r ou s, dobrando essa consoante: cosseno, ultrassons, ultrarrápido.
  2. o prefixo termina em vogal diferente da incial do sufixo: extraescolar, autoestrada, intraósseo.
  3. formas monossilábicas do presente do indicativo do verbo haver: hei de, hás de.

O hífen emprega-se em:

  1. palavras compostas onde a última vogal do prefixo coincide com a inicial do sufixo, excepto o prefixo co- que se algutina ao sufixo iniciado por o: contra-almirante, micro-organismo, coobrigação.
  2. palavras que designam espécies da Biologia ou Zoologia: águia-real, couve-flor, cobra-capelo.

Pode existir dupla grafia em algumas palavras?

Sim. Isso está previsto no novo acordo por existirem diferenças na pronúncia de país para país assim temos:

característica caraterística
intersecção interseção
infeccioso infecioso
facto fato
olfacto olfato
conceção concepção
súbdito súdito
amnistia anistia
amígdala amídala
súbtil sútil
académico acadêmico
ingénuo ingênuo
sénior sênior
cómico cômico
vómito vômito
fémur fêmur
abdómen abdômen
bónus bônus
bebé bebê
puré purê
judo judô
metro metrô
andámos andamos

Argumentos a favor

- aproximação da oralidade à escrita

- actualmente a Língua Portuguesa é a única que tem duas grafias oficiais

- simplicidade de ensino e aprendizagem

- unificação de todos os países de língua oficial portuguesa

- fortalecimento da cooperação educacional dos países da CPLP

- evolução da língua portuguesa

- pequena quantidade de vocábulos alterados (1,6% em Portugal e 0,45% no Brasil)

- o português é o 5º idioma mais falado no mundo e o 3º no mundo Ocidental. A unificação das grafias permite aumentar, ou pelo menos manter a força da Língua Portuguesa no panorama mundial

Argumentos contra

- evolução não natural da língua

- tentar resolver um “não-problema”, uma vez que as variantes escritas da língua são perfeitamente compreensíveis por todos os leitores de todos os países da CPLP

- desrespeito pela etimologia das palavras

- a não correspondência da escrita à oralidade. Por exemplo, existem consoantes cuja função é abrir vogais, mas que o novo acordo considera mudas nomeadamente em tecto, passando a escrever-se teto, dever-se-ia ler como teto (de seio)?

- processo dispendioso (revisão e nova publicação de todas as obras escritas, os materiais didáticos e dicionários tornar-se-ão obsoletos, reaprendizagem por parte de um grande número de pessoas, inclusivé crianças que estão agora a dar os primeiros passos na escrita)

- o facto de não haver acordo, facilita o dinamismo da língua, permitindo cada país divergir e evoluir naturalmente, pelas próprias pressões evolutivas dos diferentes contextos geo-sócio-culturais como no caso do Inglês ou do Castelhano

- afecto com a grafia actual

- falta de consulta de linguistas e estudo do impacto das alterações

Em termos legais e jurídicos também parece haver falta de consenso:

«Vasco Graça Moura, escritor e tradutor premiado e deputado no Parlamento Europeu (e ex-advogado), o mais conhecido dos detractores portugueses do Acordo, defende que o Segundo Protocolo Modificativo, como qualquer outra convenção internacional, só obriga à sua aplicação em cada país se for ratificado por todos os países signatários, o que ainda não aconteceu. Ou seja, só depois de todos os países ratificarem este Protocolo é que estes ficam obrigados a implementar o Acordo internamente caso este seja ratificado por três países. A racionalidade jurídica dum tratado que obriga um país a aprovar outro tratado caso este seja aprovado por países terceiros é disputada. No entanto, o argumento da ilegalidade da ratificação do Protocolo modificativo de 2004 é contestado pelo jurista Vital Moreira[8]

in Acordo Ortográfico de 1990 - Wikipédia, a enciclopédia livre

Por tudo o que foi dito, parece-me que ainda vai correr muita tinta, e muita discussão sobre este acordo. Como diz o ceguinho: “A ver vamos!”

Fontes:

Veja também:

Petição à Assembleia da República em prol de uma mais rápida implementação do Acordo Ortográfico

Petição contra o Protocolo modificativo do acordo ortográfico da Língua Portuguesa

Petição online / manifesto em defesa da Língua Portuguesa conta o Acordo Ortográfico


Reportagem na RTP1 sobre o novo acordo ortográfico


Reportagem do Jornal da Gazeta sobre o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa

Nota: Se quiser, ou se tiver alguma correcção/adenda ou questão, por favor coloque-a nos comentários. Este artigo é dinâmico e a qualquer momento poder-se-á fazer alguma alteração caso seja para enriquecer o seu conteúdo!



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Comentários

[...] ler aqui uma súmula do Aborto [...]

Olá

O futuro da língua portuguesa é dividir-se. Provavelmente dentro de alguns séculos, Portugal e Brasil falarão línguas diferentes como já ocorreu com o Português e Espanhol.

Esta iniciativa torna a língua mais simples mas acho que quer dar sobrevida à uma unidade que já não existe.

Uma curiosidade: a palavra tecto em Portugal corresponde a palavra teto que se lê “této”, no Brasil. Talvez esta palavra deveria estar na lista de palavras com dupla grafia.

Abraços.

Vicente Slobodas last blog post..O Melhor de Abril/2008 do Blog do Vicente

Que eu saiba aqui em portugal também tecto se pronuncia “této”.
Só os velhos do restelo têm medo do acordo.
Chegam ao cúmulo de se afirmar que os livros vão ser queimados….só rir. Como se alguem que tenha em casa 50 romances vá os deitar fora por causa de “c” e “p”. valha-nos santa ignorancia. E quanto à dupla grafia, apenas digo que com este acordo Portugal e brasil ficarão finalmente numa posição semelhante como entre estsdos Unidos e grã-Bretanha, porque os livros editados em cada um desses países não são “corrigidos” no outro, apesar das diferenças

De fato, os países que não ratificaram o Acordo Ortográfico (ou seus protocolos modificativos) dificilmente seriam obrigados a adotá-lo. Mas se Portugal e Brasil continuarem firmes na intenção de implementá-lo, o Acordo Ortográfico logo se tornará uma realidade inevitável, e todos os países lusófonos o adotarão.

Na minha opinião seria mais correcto o autor deste site dizer que está do lado do “nao ao acordo”, porque tenta parecer que é imparcial, mas tenta dar exemplos mais fortes do lado do “não”. Por exemplo é bom não esquecer que também existe uma petição na net a requerer aos deputados que o periodo de transição seja reduzido de 6 para 3 anos. Existem muitas razões a favor do acordo, mas eu direi duas:
1)Actualmente a Língua Portuguesa è a única no mundo que tem duas grafias oficiais: Português europeu, e Português brasileiro,(no inglês existe uma só Língua, embora com variantes diferentes conforme os países)e tanto é assim que se os brasileiros quiserem podem chamar à sua Língua “Brasileiro” porque os Portugueses consideram erro ortográfico a grafia “ótimo” e os Brasileiros consideram erro ortográfico o “óptimo”. Com isto os livros publicados por portugueses em Portugal se forem ao Brasil serão traduzidos para…Brasileiro e vice-versa. Ora se falássemos a mesma Língua nao haveria traduções. Os livros publicados por ingleses nao são alterados ou adulterados nos EUA…nem as vírgulas!!!! Porquê? Porque todos falam e escrevem inglês, apesar das diferenças. Assim com este acordo, Portugal e Brasil ficam finalmente numa posição semelhante a americanos e ingleses!!! O que dará força ao português no mundo.
2)A Língua Portuguesa é a terceira mais falado do Ocidente, cerca de 220 milhoes de falantes, contudo sem Acordo as diferenças entre os falantes serão cada vez maiores e provavelmente dentro de 30 anos ou menos haverá uma fractura. Resultado: Os brasileiros ficarão isolados do mundo com o seu brasileiro ou…portuhol, e Portugal será uma espécie de Hungria…ou Galiza, ou seja os nossos descendentes só poderão trocar impressões na net através do inglês, ora os nossos netos e bisnetos têm o direito de falar a sua Língua materna com o maior número possivel de pessoas de forma “natural”, o mesmo se pode dizer de brasileiros ou angolanos. Imaginem dentro de 200 anos um português trocar impressoes com um brasileiro em inglês ou…espanhol!!! É isso que queremos? Aconselho a todos uma maior abertura de espírito.

@ Paulo
Obrigado pelo comentário. Queria dizer apenas que tentei ser imparcial mas este material foi o que consegui juntar em algumas horas de pesquisa. Óbvio que o título é arrojado e não reflecte a realidade em 100%. Por isso também apelei à contribuição dos leitores, para que o pudesse completar. Agradeço a contribuição e o artigo será imediatamente enriquecido com o que escreveu! Gostava que se pudesse me deixasse o link para a petição que referiu!

Tiago, tem razão esqueci-me do link, por isso aqui vai,
http://www.gopetition.com/online/17740/sign.html

@Paulo
Obrigado pela contribução mais uma vez! ;)

[...] fará sentido dar continuidade a este projecto se existir participação por parte dos bloggers de língua portuguesa. Registem-se aqui ou visitem-no apenas [...]

Este novo acordo é o maior absurdo que o governo conseguiu pensar para nos distrair de pensar noutras coisas mais sérias. É absolutamente rídiculo. Eles vão mutilar a nossa língua, umas das poucas coisas, devo dizer, de que os portugueses devem sentir orgulho. Como dizia Fernando Pessoa “A Minha Pátria É a Língua Portuguesa”. Visto que todos elogiam o homem como um grande português, deviam ter mais atenção ao que ele diz. Se formos interpretar o que ele escreve à luz deste novo acordo, basicamente estamos a dizer que somos brasileiros. Por amor de Deus, que falta de respeito para com a nossa língua.

As pessoas têm de perceber que a nossa língua evoluiu de maneira diferente e há que reconhecer essas diferenças em vez de tentar modificar a nossa língua. É rídiculo que os brasileiros tenham de modificar a língua deles muito menos do que nós temos de modificar a nossa. Afinal, de onde é que a língua deles surgiu? Não venham com histórias de que é para se juntarem ás línguas oficias da ONU que essa história não me convence. Os Americanos e os Ingleses têm as suas diferenças mas não os vemos esboçar uma espécie de Acordo Ortográfico. Acho que eles simplesmente ririam da ideia. O que é triste é que Portugal está tão desesperado para fazer uma boa impressão que tem de recorrer a coisas destas. Olhem, porque não nos juntámos aos espanhois e acabamos com isto? O rídiculo é que os partidos vão todos atrás deta ideia ridícula, o que só prova que temos incompetentes no governo.

As pessoas não pensam na repercursão que este acordo pode ter na vida dos portugueses e de como a revolta que muitos deles sentem por tal acordo vai acabar por nos fazer perder ainda mais portugueses para outros países. Eu, por exemplo, já disse que deixo de ser portuguesa se for para mudar a minha língua desta maneira. Eles fizeram perder o pouco respeito que tinha por Portugal ao mutilar a nossa língua milenar com este acordo. Era mais digno passarmos a ser uma colónia do Brasil e obrigarem-nos a aceitar a variante deles.

Como reagiriam todos os nossos grandes autores portugueses face a uma mudança destas? Muito provavelmente, como se sentem os nossos escritores actuais: REVOLTADOS! Qualquer um que tenha amor á nossa língua sabe melhor do que tratá-la assim, deste jeito.

Ah, como o diz o comentário do Paulo, é verdade que prenunciamos této aqui em Portugal como no Brasil mas, meu caro, também pronunciamos tá em vez de está e nem tão pouco significa que esteja correcto. Se formos pensar assim, porque fazer a distinção entre o Falado e o Escrito? Vamos todos escrever como falamos e veremos o que os nossos queridos professores de Português dizem de tal atitude?

E, por falar em professores de português, qual a opinião deles acerca desta matéria? Não se sabe de nada deles. É triste que os mais têm razões para se revoltarem estão de bocas fechadas. Por mim, fazíamos uma revolução a dizer Não ao Acordo Ortográfico. É necessário tomar uma atitude drástica para chamar a atenção dos ignorantes que estão a favor deste acordo.

Uma coisa é certa, eu recuso-me a modificar a minha escrita. A minha grafia é portuguesa e não pseudo-brasileira e não há nada neste mundo que vai mudar a minha opinião acerca deste assunto. Só sei que as editoras portuguesas vão sofrer porque rejeito qualquer livro português que contenha ação, ato, Egito ou qualquer outra das modificações que querem fazer. É desta que mudo para a Inglaterra e deixo de ser portuguesa. Que vergonha.

Fico muito triste com esta situação e ainda mais revoltada que estão a deixar que isto aconteça.

axo k u novo acordo ortografico

vai ser algo que só vai trazer complicaçõespara com os alunos e para a população em geral!!!

protesto!!!

Gente, aqui no Brasil também vamos mudar muitas coisas. Vocês agem como se fossem se ’submeter’ às nossas regras. Calma aí! Pra mim que sou brasileira soa ABSURDO escrever linguistíca e não lingüística, tirar o agudo de idéia então me dói as vistas. Mas temos que nos unir, vocês não percebem o quão político é esse acordo, um país forte tem uma língua forte, influente. Isso não acontece com a nossa porque acabamos tendo a necessidade de tradução dos livros daí pra cá. As editoras vão perder? NUNCA! Vão é ganhar podendo vender seus livros em Portugal, Angola e Brasil.
Vou estranhar muita coisa, mas acredito que seja mesmo necessário o acordo pra que possamos fortalecer nosso idioma.

Viva a Língua Portuguesa!

Bom dia,

Não se trata de um comentário mas de uma dúvida. Em 1911 em Macau - na altura Portugal e no continente em 1912, da-se os primeiros passos do então movimento de boys scouts, curiosamente introduzido por oficiais da marinha, quer em Portugal, quer no Brasil. Salvo erro, em 1912 em Portugal, o Jornal “O Século” organiza um concurso para encontrar uma palavra portuguesa que substituisse o termo “Boy Scouts”. Desse concurso surge a palavra escoteiro (aquele que viaja sem bagagem). Em 1914, o Brasil adopta a mesma terminologia. Ambos escrevem ESCOTEIRO - uns dizem escoteiro e outros dizem escuteiro. Mas em 1923, surge em Portugal o CNE - Corpo Nacional de Escutas, que começa a traduzir e a utilizar a palavra escuteiro, aproximando a terminologia à palavra escuta e à fonetica escuteiro.

O que eu gostaria de saber é se em Portugal vamos continuar a escrever ESCUTEIRO como defendem os diccionários de Portugal, apesar de todos os escoteiros da AEP escreverem escoteiro, ou vamos todos os lusofonos escrever ESCOTEIRO.

cumprimentos,

Paulino Lopes

@Paulino Lopes
O caso de Escoteiro e Escuteiro, parece-me encaixar no caso da dupla grafia, uma vez que a própria pronúncia pode ser diferente e porque estão aqui designados dois movimentos semelhantes em termos de essência mas bem diferentes. Resumindo, penso que não irão sofrer qualquer alteração estas duas palavras.

O que é interesssante notar nos dois vídeos, os argumentos de que ao adotar o Acordo brasileiros e portugueses estarão abrinado mão de suas “línguas”. Pelo fato de a língua estar estritamente ligada com a cultura de um país, sou contra o acordo. A questão a ser observada no exemplo citado do Inglês Britânico e o Americano é que as diferenças entre estas línguas são sutis, mas não sendo o suficiente paraimpedir que o um livro escrito em Inglês Britânico ao ser publicado nos EUA não tenha que ser “traduzido” visto que além das diferenças vocabular há também algumas diferenças sintáticas e vice versa. O fato é que esta dicussão durará.

EU NÃO CONCORDO COM ESSA PORRA :D

Percebo nitidamente que as discussões referentes ao assunto em questão, são dominadas mais pela paixão do que pela razão. Infelizmente, alguns portugueses pensam ter o Brasil nascido do nada, mas ao contrário disto, talvez tenha sido a prima obra de Portugal. Deixemos o orgulho de lado e tentemos reafirmar os laços indissolúveis que nos unem, com acordo ou sem acordo!

Cumprimentos, de um filho de portugueses e brasileiro com orgulho!

REFORMA ORTOGRÁFICA IRRACIONAL
O gramático paulista Eduardo Carlos Pereira, no início do século 20, em sua “Grammatica Historica”, dizia que o sistema ortográfico ideal seria fonético e teria um só símbolo para cada fonema. Já observava ele que isto era impossível com as vogais porque existem mais sons vocálicos do que letras.
Então, os defeitos do Acordo Ortográfico são: 1)elimina o trema ao invés de eliminar os dígrafos “GU” e “QU”; 2)traz de volta as letras “W”, “Y” e “K”, para cujos fonemas já existem símbolos.
Parece-me que houve mais uniformização do que aperfeiçoamento.
Minhas saudações!

Gostaria de saber se a letra “y” é vogal ou consoante. Grata,
Gil

No caso de Escuteiro e Escoteiro, uns partilham de ideias religiosas e outros não, pelo que me explicaram - também não faço ideia.

No artigo, no ponto 1 de “o Hífen emprega-se em” está escrito “algutina” em vez de “aglutina”.

[...] Pro Web PT - Tudo sobre o novo acordo [...]

Bem, para já tenho de agradecer, digamos assim, a disponibilização de informação sobre o Novo Acordo Ortográfico, uma vez que irei efectuar no âmbito de Português uma apresentação oral argumentativa, e escolhi abordar este tem,a sendo que a mesma vai ser predominantemente contra.
Aqui pude encontrar mais alguns argumentos, tanto a favor como contra, e esclarece algumas coisas que pensava virem a ser diferentes… Mas mesmo assim, ainda que reconhecendo algumas vantagens, não vejo o NAO (curiosa sigla…) como algo que definitivamente não é prioritário, que vai baralhar as pessoas ainda mais do que elas já se baralham, e tornar a língua portuguesa uma coisa estranha… E não creio que a comparação com o caso do inglês europeu e o americano em termos de traduções, não foi a mais feliz… por acaso, não sabia que se traduziam os nossos livros no Brasil e vice-versa (talvez por nunca ter lido nada de autores brasileiros, não calhou…), mas realmente, parecem-me haver muitas mais diferenças, tanto na oralidade como na escrita, entre os dois “portugueses” do que entre os “ingleses” (aliás, em termos de linguagem escrita, raramente se descobre se estamos perante inglês europeu ou americano, a não ser que apareça alguma palavra especificamente usada apenas num dos países, daí que não seja necessário traduzir… já o português brasileiro difere bastante do nosso, por vezes sinto-me mais esclarecida em consultar um site em inglês do que em português do Brasil, principalmente se for de futebol (ora percebo cá eu de zagueiros e afins! Não, mesmo!)…

Aproveito para acrescentar um outro argumento contra:
a proliferação do copy-paste em trabalhos escolares, uma vez que existem inúmeros sites brasileiros que servem de suporte à realização dos mesmos, e muitos alunos portugueses só conhecem a função de copiar e colar para word/powerpoint, tornando-se mais difícil para o professor desconfiar do copy-paste se passar a ser correcto escrever “atual”, por exemplo… (bem, vamos ter sempre os “usuários”, os “mouses” e o “jogar” em lugar de “colocar”, pelo menos nos trabalhos de informática…)

Devo ainda acrescentar que a vantagem de aproximar a escrita à oralidade também tem o seu quê de desvantagem; por outras palavras, deveríamos antes fazer o oposto (adaptar a oralidade à escrita - que é o que está escrito ali em cima, mas não é o que se verificará), pois se formos pela oralidade de muito boa gente, qualquer dia vamos passar a ter um acordo com palavras como “vezinhos” (vizinhos), “internidade” (eternidade), “hadem” (hão-de), “poribido” (proibido), entre muitos outros exemplos que me levam a pensar frequentemente que não há no mundo quem fale/escreva pior português do que os próprios portugueses…
Ah, e também, cuidado com as escritas, dado que eu não vou querer MESMO um acordo que contemple o protótipo juvenil (não de todos os jovens, eu sou uma e não me incluo aí, não) do “xkrever axim poh yrrytanteh, tipuh keh a teh ah maix trabalhu i todu!” Se fizerem um acordo assim, mudo de nacionalidade! Abreviaturas, mesmo com k’s e x’s, são úteis no telemóvel, e vá, no messenger também não são de deitar fora, mas esticar e escrever de forma retardada não tem vantagens, dá trabalho a escrever e a perceber, e conduz quem escreve assim a escrever mal em testes, impressos, etc.

Para finalizar, uma dúvida:
Os acentos e consoantes “mudas” nos nomes das pessoas vão conduzir a alterações? Eu vou deixar de ser “Vânia Patrícia Padrão Mendonça? É que, se sim, esqueçam lá isso, prefiro passar a ter nega por escrever mal o meu próprio nome do que perder a minha identidade como ser único que sou e que cada um de nós é!

Obrigado pelas informações! Cumprimentos!

(o meu comentário foi o maior, wiiiii! :D)

ERRATA:

Onde se lê: “esclarece”, deve ler-se “esclarecer”

Onde se lê: “não vejo o NAO (curiosa sigla…) como algo que definitivamente não é prioritário”, deve ler-se “não vejo o NAO (curiosa sigla…) como algo prioritário”

Onde se lê: “E não creio que a comparação com o caso do inglês europeu e o americano em termos de traduções, não foi a mais feliz…”, deve ler-se: E não creio que a comparação com o caso do inglês europeu e o americano em termos de traduções, tenha sido a mais feliz…”

(isto de comentar com pausas faz-me perder o fio à meada…)

Gostaria ainda de acrescentar que não penso que será o NAO que vai acabar com as traduções de português brasileiro para português de Portugal, e vice-versa, uma vez que não é isso que as pessoas não entendem, mas sim algum vocabulário diferente, o qual não sofre alterações, pois isto é um acordo ortográfico e não vocabular…
(um argumento a favor a menos?)

Alguns softwares, na hora da instalação, já trazem as opções: português (Portugal) ou portugûes (Brasil).

Acho que cada país deveria ser independente também no idioma. Cada um que faça a sua reforma como achar melhor e pronto. Teremos o português de Portugal e o português do Brasil, nem por isso o mundo vai acabar.

Oi Vânia Mendonça, adorei essa palavra “telemóvel”… parece coisa do Batman…

Não quero iniciar uma thread em off-topic, mas “telemóvel” faz todo o sentido, vem de telefone, só que é móvel!… daí, telemóvel! Obviamente que se o Batmobile também está no ramo na mobilidade, mas antes dos transportes, existem semelhanças na formação das palavras, nomeadamente no recurso a “móvel”, um elemento de formação de palavras que transmite a ideia de possibilidade de movimento.

Mas concordo consigo, apesar de ter algumas vantagens, não morre ninguém por haver diferenças nos dois países, e pelo menos cá em Portugal, há mais em que pensar, o Governo devia antes tratar da crise financeira e social e deixar o NAO para quando não tiverem mesmo mais nada para fazer…

Ola. Acho que o mais importante seria considerar a ausencia de necessidade de uma padronizacao oficial, normativa e impositiva. A anarquia linguistica aliada a uma normatizacao somente em termos de criterios de diagramacao do texto (por exemplo: como apresentar textos oficiais, dias da semana, etc) seria ideal, libertaria e frondosa.

Parece que o acordo ortográfico tem ferido o orgulho patriota de bastantes portugueses. É “anti-linguístico” pensar na língua como algo estático em todas as suas duas variações. Conservadorismo é um substantivo que não se associa com a dinâmica de nenhuma língua, salvo o latim e outras línguas mortas. Seria como tirar do ser humano a possibilidade de ser mudar, se transformar. Foi por esse processo natural e constante de todas as línguas somado ao contexto sócioeconômico da época que o latim se diferenciou em todas as línguas que conhecemos hoje.
O que me parece é que existe algo mesquinho e egoísta que não deixa perceber que não se trata de uma briga pela legitimidade linguística, estamos nos adaptando necessidades de sobrevivência do mundo atual. O que somos nós, lusófonos, comparados às potencias anglossaxã e hispânica? Talvez juntos passemos a ser mais do que sozinhos…
Além disso, as diferenças entre português do Brasil, de Portugal ou de Angola continuarão existindo. Melhor, coexistindo.

Mais interessante, não?

O que importa mudarem as regras ou fazerem o acordo?

Temos no Brasil uma grande quantidade de “dialetos locais” que parecem até outra língua.

Basta começar a usar nos meios de comunicação que rapidamente se implanta. Lei nenhuma vai conseguir isso apenas por imposição.

NAO

tiipw asho que isso eeh um ABSUURDO, aaf, só vai coomplica maiis agente que estuuda, e as palaavraas coomo VOO, ENJOO vaai fiica pratiicamente sem sentiido, asho que deveeriia fiica do jeeito que ta que ta OTIMO –’:D

eu acho q vc deveria começar a frequentar a escola e a aprender a escrever Português.

sinceramente… de que adiantará mudarmos algumas regras da Língua Portuguesa se a educação brasileira continuar horrível do jeito que está!!!

eu nao concordo ,,,pois vai levar algum tempo para as pessoas se acostumar com essa frescura….

pra mim nao vai fazer a diferença,porque eu nunca usei a pontuaçao direito =T
E sei la vai ficar mais facil de escrever agora

Eu nao concordo com essa PORRA pois ella vaay dexá us alunos cum mais dificuldadiis!!!

_|_–>éh um dedo do meeioo.

E MYITO BOM

eo acho qui iço soh vai meiorah pra nois, purque sem os asentos vai cer bem mió

mesmu acim eu náo usava esass porcariadas tudas ai

intao

fuck you man
xD

A reforma ortográfica vai ampliar a cooperação internacional entre os países de língua portuguesa ao estabelecer uma grafia única do idioma. A medida deve facilitar o processo de intercâmbio cultural e científico entre os países onde a língua portuguesa é falada, além de ampliar a divulgação do idioma e da literatura.
Esses tipos de mudanças são importantes pois ajudam a manter a atualidade dos idiomas que se prezam, pois a língua vive um constante processo de evolução.
Mesmo que documentalmente se utilize a mesma língua, no dia-a-dia o idioma falado no aqui no Brasil nunca será completamente igual ao que se fala em Angola ou Portugal. Além do que, no Brasil, o idioma foi enriquecido por expressões de origem indígena e pelas contribuições dos negros.
O que eu não concordo é o fato de Portugal sofrer mais mudanças nesse acordo do que o Brasil. No meu ponto de vista o Brasil deveria se adequar ao português de Portugal.
Enfim…

Novo Acordo Ortográfico

Olá,
Na minha opinião, isso mudará tragicamente, por exemplo: eu tenho 13 anos, e já me acustumei a escrever e falar do jeito normal , por exemplo:língüiça eu vou falar assim sempre e não irei falar linguiça sem o trema.

Eu também protesto.
Não concordo com tudo isso.
Só vai servir pra trazer dificuldades para todos, já que estamos acostumados de outro jeito.
Só penso quando estiver ajudando minha filha nos estudos, que ela vier me dizer que se escreve uma palavra de um jeito, onde eu sou acostumada a escrever de outro.
Quem inventou esse cambalacho devia mais era procurar o que fazer.

[...] WEB - Também se fala sobre a reforma ortográfica na internet. No blog português http://prowebpt.com/2008/05/02/tudo-sobre-o-novo-acordo-ortografico/, o blogueiro Thiago Pimentel fala dos prós e dos contras do novo acordo. Ele fala em seu artigo [...]

Sou brasileiro e protesto. O Brasil sozinho é maior do que a Europa, merecemos ter nossa própria língua: Viva a Língua Brasileira!!! Língua Brasileira já!!!

Última entrada no blog dericardo..

porra acha nada so que eu pasei duas hora pra le tudo iso

mas porotro lado umumum hahhahaha que

Os principais idiomas no mundo, o Inglês o o Castelhano, têm a força que têm muito pela forte influência dos respectivos países de origem! Somente! Os governantes de Portugal só se passeiam pela imagem e pelo fingimento governativo, não respeitam a história de uma nação que deu a descobrir todos os continentes ao Mundo, espalhou neles a fé cristã e, sobretudo, a língua, o principal veículo de transporte da cultura de qualquer povo ou país!
Só por pura demagogia e arrogância dos brasileiros este acordo ortográfico será levado a sério, além da inépcia e da ignorância do governo Português! O argumento dito e repetido de que se trata de uma unificação das escritas normativas portuguesa e brasileira é uma mentira tão grande quanto o embuste que foi este anedótico acordo ortográfico, um autêntico ABORTO!
Os brasileiros acusam os portugueses de “falar fechado”, ou seja, utilizar vogais fechadas! Mas eles é que dizem Antônio, colônia, cômico, gêmeo, etc, e os tempos verbais no futuro e no pretérito da mesma forma, como Andamos, Passamos, Paramos, Acabamos, Terminamos, etc, etc… A questão das consoantes mudas não dá razão absolutamente nenhuma para se alterar a escrita num idioma. Estas consoantes existem porque a raíz das palavras assim o determinou, e sendo derivado do Latim a maioria do conjunto dos idiomas no Mundo, Inglês incluído, qual é o sentido de eliminar tão insignificante pormenor? Nos vocabulários inglês e espanhol existem inúmeras palavras com consoantes mudas, e a palavra “ACTUAL” está lá, com a consoante muda, bem como a palavra FACTO (FACT em inglês)! No inglês, para quem não estiver minimamente familiarizado, é muito difícil entender porque se diz “uóte” e se escreve “what”, diz-se “laique” e escreve-se “like”, diz-se “gueime” e escreve-se “game”, diz-se “sabuei” e escreve-se “subway”, diz-se “ló” e escreve-se “law”, e referindo as letras repetidas como nas palavras “comment”, “pool”, “freeze”, “wood”, “office”, “flammable”, “buzz”, etc, referindo que este tipo de grafia tem séculos de existência e ninguém o vai alterar, permanecendo um idioma internacional, o principal em transacções comerciais! A questão das consoantes mudas é um fraco argumento para justificar uma modernização da língua.
O verdadeiro motivo prende-se com a suposta força internacional que o brasil quer espetar na sua política externa, e sabendo que o seu idioma difere do original sediado na Europa, quer impôr pela força, pressionar sem qualquer autoridade para tal, uma radical modificação na escrita do Português Padrão, tão somente porque o que utiliza é apenas seu, e tem muito menos aplicação do que o pioneiro. A língua-mãe, quer se queira quer não, está sediada em Portugal, e só a este cabe determinar o que é que realmente se modifica. Além de que mais 5 países o acompanham na norma oficial, portanto são 6 nações a empregá-lo! Se o brasil tem estado sozinho só se deve a culpa própria, e não pode sobrepôr-se aos restantes só porque possui uma população em número 3 ou 4 vezes superior!
Quanto às acusações de os portugueses viverem com os fantasmas do passado, serem velhos do Restelo, xenófobos, e mais umas atoardas folclóricas vomitadas pelos brasileiros, só mesmo para rir até cair para trás. Deve-se atentar no seguinte, quem fala português arcaico do tempo dos Descobrimentos, século XV, é o povo brasileiro! Portanto do lado de lá é que são o “passado da língua”, deste lado evoluímos e modernizámos a pronúncia e a escrita! O Português é o único povo do Mundo que consegue falar qualquer outro idioma sem sotaque, ao contrário do orgulhoso espanhol e do arrogante inglês. Acaba por colher vocabulário, aportuguesá-lo e torná-lo parte integrante do idioma, portanto modernizando-o e actualizando-o. Onde está o imobilismo? Que acusação é esta? Piada fraquinha mesmo!
Referindo a xenofobia, este argumento de aplicação fácil e duvidosa, vindo de onde vem, só fará eco nos camarins dos artistas Jô Soares, do papai Noel ou dos mais ou menos famosos comediantes Trapalhões! Essa acusação parece a finta do kaká, marca golo na própria baliza, festeja e quer o prémio no final!
É inútli tentarem injectar um acordo ortográfico, tentaram em 1990 e não conseguiram, não vão conseguir agora. Não adianta gritarem que a língua não tem dono, que os portugueses não mandam, blá blá blá, cai tudo em saco roto! Se os portugueses não mandam, os brasileiros tambem não. Quando estiverem recolhidas 100000 assinaturas, e já faltam muito poucas, na petição contra esta brincadeira de crianças, haverá nova discussão na assembleia e atira-se a aberração para o lixo. Assunto arrumado.
Nos dicionários deveria constar: brasileiro=povo com tendência para sonhar acordado.

O aborto ortográfico não vai para a frente. Quem decide é o povo, não umas poucas luminárias sem nada mais importante para fazer.
Andam por aí uns cancros, de carrocel, a ver se cai alguma coisa do céu aos trambolhões, e não chovendo nada, verbalizam inutilidades. Defender umas alterações em escrita, como se fosse a 8ª maravilha do bairro onde vivem, e de onde nunca saíram, só mesmo proveniente de mentes perturbadas e com algum complexo de gaguez! Que problema terão umas consoantes mudas que não incomodam ninguém, a não ser uns brasileiros com cócegas, e vai daí, querem que 50 milhões de pessoas se escangalhem a rir com o fraco argumento de que se trata de evolução do idioma! Parafraseando o adversário desta luta, marcelo fontana, “nem tudo o que evolui é benéfico”. Este argumento serve ambos os lados.
A raivice dos brasileiros em relação às pessoas anti-aborto-ortográfico prende-se com o simples complexo de superioridade que julgam ter, pelas dimensões do país, e pelo maior número de habitantes! Nada mais infundado! Querer assumir o protagonismo na modificação de algo que não lhes pertence e ouvirem contestação deixa-os coléricos, desesperados, loucos e, pasme-se, admirados com as reacções negativas de quem, legitimamente, se opõe!
Em vão tentam esgrimir argumentos que nada dizem, justificações que nada esclarecem, razões que nada dão a conhecer o porquê de umas alterações que para nada servem e que de útil… só mesmo para rir, e esquecer que alguém falou no assunto. O que ressalta desta temática aparvalhada é um conjunto de textos que entrarão para os anais da história da trapalhice brasileira, um olhar sobre o delírio e as lamúrias de quem acha que descobriu a pólvora! Que tenham juízo.
Há meses que se deu a conhecer esta frustrada intenção de pôr todo o pessoal a escrever “melhor”, escrever “português como deve ser”, português “atualizado” e, no fundo, e que passaria a ser a realidade, escrever brasileiro, nada mais! Nada mais… falso, nada mais nunca! Não vale a pena insistir nem espumejar, o povo português não abocanha fruta insossa, e por mais que se teime nesta temática, o assunto vai ser esquecido como foi há 18 anos atrás. Se este assunto fosse importante já estaria implementado há muito, sem polémicas nem sobressaltos, porque afinal as mudanças para melhor é que são sempre bem-vindas, e demoram pouco a ser aplicadas. A ser verdade que a língua precisa de uma estruturação e uma verdadeira actualização, seria importante rever o capítulo da acentuação. Esta assim, seria uma reforma plausível, desejada pela maioria, e de certeza muito bem recebida nos meios académicos. Tendo em conta a tendência da juventude em esquecer os acentos nas palavras mais “complexas”, por preguiça, ou simplesmente pela duvidosa utilidade que revelam nas comunicações que se querem cada vez mais rápidas, o acento talvez se revele uma ferramenta com cada vez mais “ferrugem”, menos utilização, e aqui sim, pode muito bem haver um real acordo ortográfico.
Pôr ou tirar letras às palavras não constitui necessidade importante, apenas remete para conversas brejeiras, de compadres embriagados numa mesa de café, a arrotar baboseiras enquanto fumam substâncias ilícitas, jogam a bisca lambida e acham-se filósofos de cátedra… a cair de podre. A este tipo de contributo para a língua, dizemos NÃO, obrigado, façam bom proveito.
Podem querer oferecer-nos samba, mas que fiquem lá com a música, que dançar já nós sabemos há muito.

Reparem no seguinte comentário que extraí de um blogue brasileiro acerca do aborto ortográfico:

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Eu vou contar um segredo para vocês, o sonho da Academia Brasileira de Letras sempre foi salvar o mundo. Eles tem esses complexos, sabem, eles acham que com essas mudanças vão mudar o mundo. Coisa de português.
Se nós compramos a língua, pagamos caro por isso, muitas toneladas de ouro, porque é que ainda não somos donos do português?

Sábado, 22 de novembro de 2008 às 04:30

Ainda querem dar crédito a esta matéria que. de útil, parece nada ter, a não ser arranjar “tricas” entre dois povos que até se dão bem, mas que em questões da Língua, um dos lados não se convnceu que não manda absolutamente nada!
Começo a pensar que será imperativo alguém mandar dois berros e um murro na mesa e colocar um ponto final nisto, porque já cheira mal o que vem do lado de lá do Oceano Atlântico. Já corri blogues atrás de blogues e até de brasileiros já li que Portugal devia desaparecer do mapa porque é demasiado pequeno para ainda existir! Mas o que é isto? Quem são os brasileiros? Os Portugueses é que são xenófobos? Com arrotos destes dá para ver quem é que precisa de ser ensinado…
Mas também tive o prazer de ler comentários brasileiros contra o aborto ortográfico, como o seguinte, que resume e bem o que se sente na generalidade:

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quem teve a ideia deste novo acordo???
parece-me ridícula esta alteração forçada por leis, a língua é algo vivo que deve ser moldada pelo povo.

Está tudo dito, ou quase!
Aqui reside toda a lógica de um processo que não pode ser feito em cima do joelho, nem decidido pela política, muito menos por incompetentes, porque o Estado não é o governo, somos nós, o povo, que desconta e paga os seus impostos, o motor do país, mas infelizmente não muito da economia…
O povo é que é dono da língua, a este é que cabe a missão de mudar o que melhor lhe convier, e se pensarmos bem, da sã convivência entre todos, Portugueses, Brasileiros e Africanos, talvez não houvesse estúpidos acordos ortográficos, como acontece no Inglês, com tantas variantes no planeta, mas sempre igual na sua essência, entendido por todos os povos! Se queremos uma língua forte devemos esquecer este horrível e anormal aborto ortográfico, que só veio criar atritos e dividir as pessoas, no mau sentido. Em vez de querer acentuar as diferenças que sempre existirão, dever-se-á reforçar e retocar as semelhanças, que devem constituir bem mais de 90% do comum entre o que se diz e o que se escreve dum e doutro lado deste Oceano Atlântico! As discrepâncias que existem desapareceriam com o tempo, normalmente, tudo decorrente da já referida sã convivência entre os respectivos povos falantes da mesma língua… A haver cedências neste campo, e continuarei a defender que quem tem de mandar na Língua é Portugal, terão de acontecer em igual percentagem, e não uns mais que outros. Mas enquanto uns continuarem com a conversa anedótica dos 180 milhões e do G8, não dá para outros conseguirem entender o porquê de se mexer só para estragar… num dos lados.

Última entrada no blog deMário Franco..E se Obama fosse africano?

[...] Vejam algumas notícias e vídeos lá da Terrinha no ProWebPt. [...]

Abaixo a língua portuguesa!!! Viva a língua brasileira! Vamos acabar de vez com isso. Vocês falam português e nós falamos brasileiro.

Beijo e tchau!

[...] 2012, haverá um período de transição, no qual valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. Nem todas as normas estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que [...]

Acho que todas as nações de língua portuguesa deveriam esmerar-se na unificação, solidificação e modernização do nosso idioma. É claro que o sotaque é inerente a cada país, e no caso do Brasil, em função de suas dimensões, essas diferenças existem até dentro do próprio país. O que se pretende com essa reforma, é caminhar no sentido de uma necessária unificação da forma escrita. Observações xenófobas ou pseudo patrióticas, bem como alguns quererem se apropriar do idioma (vale para alguns brasileiros e portugueses), sejam quais forem as razões, só tendem a fazer naufragar o pequeno avanço que a comunidade usuária da língua poderá dar com a implementação do acordo.
Embora sendo brasileiro, tenho Portugal e os portugueses no coração, país por onde costumo entrar e sair sempre que vou a europa. A constatação que faço como usuário da língua, é que a reforma é necessária, a despeito de a julgar muito tímida com vistas a pretendida unificação. Ou melhoramos e avançamos nesse processo, ou num futuro não muito distante efetivamente o português do Brasil nada mais terá em comum com o de Portugal. Queira-se ou não, pela crescente importância do Brasil no mundo, pela ampla maioria de sua população, pela força de sua economia, a tendência é prevalecer o “Português Brasileiro”. Isso, de certa forma já acontece em algumas indústrias, quando da elaboração de manuais de produtos, ou de “softwares”, onde de forma gradativ a versão brasileira do idioma tem sido adotada. Enfim, mesmo estranhando quando ouço meus irmãos portugueses dizerem que nosso simpático Benfica, de quem sou “adepto” (torcedor) entrou no “relvado” (gramado), com sua “camisola encarnada” (camiseta vermelha)ou então, que se recolheu aos balneários (vestiários) após mais uma vitória, acho que nosso português merece mais que uma reforma, pois ele é um elo que nos liga a outras 5 nações, todas igualmente “proprietárias” da língua.

Falando sério. O objetivo dos falantes do português é que seja unificada essa língua tão rica e sem tantas frescuras como o inglês e o espanhol.
Se nos unirmos, não ficaremos 4 anos em uma universidade tendo que aprender ingles, espanhol, alemão etc, só porque é a moda do mercado.
Fortalecendo nosso idioma, eles é que tem que nos engolir.

Existem erros na explicação das mudanças com o acordo.Se o acordo vai “abrasileirar” o Português como muitos dizem então as palavras “anticoncepcional”,”concepção”,”característica”,”infeccioso” continuaram iguais para os Portugueses por que é assim que as utilizamos no Brasil.

[...] Tudo sobre o novo acordo ortográfico, por Tiago Pimentel, 2 de maio de 2008. [...]

[...] do novo Acordo Ortográfico, indico procurarem no Google para mais informações ou então visite esse site. Obrigado pela atenção e me desculpem a falta de atualização [...]

Olá!
Bom,acho que ainda não estam satisfeito com a vida do brasileiro difícil do jeito que é,e então resolveram dificultar mais…Vocês podem ler textos acima,e o meu próximo texto e perceberam que as escritas não são tão corretas assim…imagina agora com essa nova mudança?Fazem idéia de como será?(E agora idéia tem acento?)
Ja me encontro perdida…tenho 19 anos e estou terminando meu 3ª ano agora..e pegarei essa nova fase do português,isso vai dificultar a vida de qualquer um,muita gente se bobiar vai ter que fazer o 2ª grau novamente…e quem ja tem faculdade?Gente vai ser um horror…!!

Levando-se em consideração de que o Acordo aproximará as variantes do Português, acho até louvável que seja estipulado por lei (dá aquela idéia, oops, ideia, de legitimação).
A verdade é que de todas as mudanças, uma parece totalmente desnecessária, que é a exclusão do trema. Além de imageticamente interessante, aos estudantes estrangeiros de português ele facilitaria a leitura correta de lingüiça.
Abraços brasileiros desde Budapeste (onde falar português sempre aumenta a audiência) :)

Não concordo as alterações no português de Portugal que, até agora, era mais lógico e melhor estruturado do que o português do Brasil que era e é uma aberração do autêntico português.
Por favor, lá por os brasileiros serem a maioria não significa que devemos adoptar a sua ortografia sem pés nem cabeça.
A língua portuguesa mais pura é a de Portugal. Porquê adulterá-la?

Olá, sou brasileiro e estava pesquisando sobre o novo acordo ortográfico… e caí nesta discussão. Após ler os vários comentários, não pude deixar de notar a revolta dos portugueses em relação ao referido acordo. De fato, o português de Portugal sofrerá muitas alterações, algumas até gritantes, que os fará estranhar e muito no princípio. Mas isso não é, e nunca deveria ser, motivo de revolta dos portugueses em relação ao Brasil. Sim, nós sabemos que fomos colônia de Portugal durante 322 anos, e disto nunca nos esqueceremos. E não nos esqueceremos como isso influenciou em nossa cultura, que julgo ser riquíssima, e boa parte dessa cultura é proveniente de Portugal. Sem sombra de dúvidas os brasileiros se orgulham de falar o português. Mas os portugueses não devem de forma alguma culpar o Brasil e/ou os brasileiros pelas mudanças. É uma injustiça mudarem mais o português de Portugal que o brasileiro? Com certeza. Eu particularmente também não quero escrever lingüiça sem trema; sou veementemente contra a mudança. Mas a culpa de forma alguma deve recair sobre os brasileiros! Somos uma nação livre; o espaço territorial é o quinto maior do mundo? É. Mas e daí? O que isto quer dizer? Que temos mais terras, e por isso vamos querer impor nossas grafias sobre as outras nações lusófonas? De forma alguma! Isso sim é um absurdo! A idéia foi de certas pessoas que estavam cansadas de seus ócios e resolveram mudar um aspecto cultural. Por isso, quero pedir aos portugueses que não julguem os brasileiros por algo que não dizem ou sequer pensam. Somos irmãos de além-mar, afinal!

E complementando: Nenhuma grafia de nenhum país é a correta ou a errada. São evoluções culturais e lingüísticas; coisas que identificam uma nação, um povo. Da mesma forma que o português de Portugal parece para mim arcaico, o português brasileiro parece uma “aberração”, como bem disse o Jorge Santofer acima, para os portugueses. Mas nem por isso vou condenar a escrita de Portugal ou achar que a nossa escrita é a correta. São atributos que identificam um povo. Exatamente por isso que sou contra a nova grafia proposta pelas “autoridades”: por estarem destruindo várias identidades nacionais por uma besteira.

Mais uma vez, portugueses… não julguem os brasileiros. Somos mais um povo no globo terrestre… assim como vocês. E temos nossos costumes, nossa identidade, NOSSA LÍNGUA. Gostamos do jeito que escrevemos da mesma forma que vocês (e esta palavra vai soar estranha…) gostam da forma que escrevem. E nenhum de nós quer que tudo isso mude. Em vez de ficarmos culpando uns aos outros, que tal nos unirmos contra esta tirania lingüística? Não seria muito mais eficiente que atirar pedras ao outro lado do oceano?

Para mim que sou brasileiro, é muito desconfortável escrever “frequente” sem o trema. Acho que nossas crianças perguntarão o porque de o U desta palavra e não o U de “quente”, por exemplo. Acho que seria mais acertado introduzir o trema no português de Portugal do que tirá-lo do português de Brasil.
Porém, acredito que isso entre outros “problemas” não pode ser usado como argumento contra a “unificação” de nossa língua.
A língua evolui e não podemos nem devemos deter este processo. Nem portugueses nem angolanos nem estão errados em sua maneira própria de escrever, mas se pudermos nos entender será ótimo, não é mesmo?
Sinceramente torço que isso se resolva logo, pois nós não sabemos como ficarão muitas palavras que ainda são pontos obscuros.
Abraço a todos!

Para mim que sou brasileiro, é muito desconfortável escrever “frequente” sem o trema. Acho que nossas crianças perguntarão o porque de o U desta palavra ser pronunciado e não o U de “quente”, por exemplo. Acho que seria mais acertado introduzir o trema no português de Portugal do que tirá-lo do português de Brasil.
Porém, acredito que isso entre outros “problemas” não pode ser usado como argumento contra a “unificação” de nossa língua.
A língua evolui e não podemos nem devemos deter este processo. Nem portugueses nem angolanos nem estão errados em sua maneira própria de escrever, mas se pudermos nos entender será ótimo, não é mesmo?
Sinceramente torço que isso se resolva logo, pois nós não sabemos como ficarão muitas palavras que ainda são pontos obscuros.
Abraço a todos!

Passei alguns anos estudando a questão da língua que falamos e escrevemos.
A defesa de minha monografia girou em relação semelhante a este asssunto.
Gostaria ter dado continuidade no projeto da pós-graduação, mas infelesmente este projeto foi imposto, pelo MEC, direcionado à sala de aula.
Não estou de acordo com estas mudanças,se acho icoveniente o bombardeio de estrangeirismo para poder manter autêntica o uso de nossa língua (defendida por mim a mudança da nomeclatura para Língua Brasileira, acho ainda mais icoveniente a unificação da escrita dos países que têm a língua portuguesa como base fundamental, visto que somos um país independente e nossa língua, para mim, é unica no mundo, pois somos os únicos a ter as línguas indígenas misturadas ao português europeu.
Quem interessar na minha linha de raciocínio, mando minha monografia inserida neste texto e indico a fazer parte da comunidade do orkut “Os lusofóbicos” em prol de um movimento para deixarmos de ser submissos ortograficamente, fonologicamente e outros do português europeu.
Vai me pensamento: “Como a língua de um povo tem poder político, não devemos ser submissos a povo nenhum,afinal somos independentes”.

CENTRO DE ENSINO ATENAS MARANHENSE
FACULDADE ATENAS MARANHENSE
CURSO DE LETRAS

ABMAEL LOPES DO NASCIMENTO

A CONDIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA FALADA NO BRASIL EM RELAÇÃO À LÍNGUA PORTUGUESA DE PORTUGAL

São Luís
2007
ABMAEL LOPES DO NASCIMENTO

A CONDIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA FALADA NO BRASIL EM RELAÇÃO À LÍNGUA PORTUGUESA DE PORTUGAL

Monografia apresentada ao Curso de Letras da FAMA, para obtenção do grau de Licenciatura em Letras Português.

Orientadora: Profa. Vilma de Fátima Diniz de Souza

São Luís
2007

ABMAEL LOPES DO NASCIMENTO

A CONDIÇÃO DA LÍNGUA PORTUGUESA FALADA NO BRASIL EM RELAÇÃO À LÍNGUA PORTUGUESA DE PORTUGAL

Monografia apresentada ao Curso de Letras da FAMA, para obtenção do grau de Licenciatura em Letras Português.

Aprovada em: ____ / ____ / _____

BANCA EXAMINADORA

________________________________________________________________
Profª. Msc. Vilma de Fátima Diniz de Sousa (Orientadora)

________________________________________________________________
Profª. Msc. Nereida Viana Dourado (1º Examinador)
Faculdade Atenas Maranhense

________________________________________________________________
Prof.Msc Acioli Fernandes da Gama (2º Examinador)

Faculdade Atenas Maranhense

Dedico esta monografia a minha orientadora, Professora Vilma de Souza e também às pessoas que tanto me ajudaram para seu êxito, haja vista que por mínimo que fosse, ainda assim contribuíram na conclusão de mais uma etapa da minha vida cultural, educacional, social e profissional.

AGRADECIMENTOS

Agradeço ao meu maravilhoso Deus, que tanto se empenhou em me manter lúcido somado à benignidade de adquirir inteligência, dando-me condições de lutar contra forças externas, obtendo vitória em mais uma empreitada, agradeço aos meus familiares e entes por terem me dado o devido apoio nos meus momentos de fraqueza me direcionando à situação de sensatez e perspicácia.
Refletindo em tudo que passei para alcançar este êxito, lembro-me da seguinte passagem bíblica:
Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte não temerei mal algum, porque tu estás comigo (…)
Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida, amém, amém e amém.
(Davi. Salmos 23)

“Do branco prevaleceu a religião, os hábitos, a língua. É certo que algo nos ficou do negro e do índio, mas a língua dentre todas as instituições sociais é a que mais fortemente se impõe aos indivíduos”.

Silva Neto

RESUMO

Estudo analítico da condição da língua portuguesa falada no Brasil em relação a língua portuguesa de Portugal, a partir de uma visão lingüística sob perspectiva histórica e bibliográfica. Em uma base de estudo fenomenológica perceber-se-á que a língua portuguesa se diferencia e muito do um conjunto lingüístico utilizado na comunicação entre o povo brasileiro. Colocar-se-á em dúvida se a língua materna brasileira deve ser chamada de portuguesa.

Palavras-chaves: Condição da língua – Língua portuguesa – diferença – Língua brasileira.

ABSTRACT

This is an analytical study about the Portuguese language spoken in Brazil in relation to the Portuguese language from Portugal, taking into consideration a linguistic overview under a historil and bibliographic perspective. This study is also phenomenologic facine the Portuguese language as part of a linguistic group used for communication among Brazilians. It is questioned if the Brazilian native language may be considered Portuguese.

Key words: Portuguese language – questioned - Brazilians

SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO 10
2 LATIM, SURGIMENTO, APOGEU E DECLÍNIO 12
3 ACÚMULO DE LÍNGUAS EM UMA PENÍNSULA DOMINADA 15
4 O NASCIMENTO DE UMA NOVA LÍNGUA 18
5 LÍNGUA PORTUGUÊSA, SEU APOGEU E DECLÍNIO 21
6 BRASIL, UMA NOVA LÍNGUA, UMA NOVA DENOMINAÇÃO 25
7 CONCLUSÃO 32
REFERÊNCIAS 33

1 INTRODUÇÃO

Um país tão grande, de tamanha influência em um mundo globalizado; um país com uma enorme independência econômica, política, dentre muitas outras a ser mencionada, ainda não se deu conta de que tem uma enorme independência lingüística da nação que teve grande influência para a formação da língua chamada materna.
O estudo desta temática tem por objetivo criar sobre uma nova visão o reconhecimento de uma língua personalizada que deixou de tornar-se dependente de um país, que com o tempo e a distância, foi mostrando uma grande diferença de falares vislumbrando a possibilidade de se oficializar a língua “brasileira”.
Tal estudo deve ser compreendido como marco histórico, a partir do qual descrever-se-á a histórica da língua latina, da portuguesa de Portugal e da portuguesa do Brasil.
Sob uma perspectiva fundamentada, irá se comparar os tais marcos históricos das línguas em questão para apreciar os motivos da origem de língua brasileira e posteriormente idealizar a possibilidade de se oficializar ou dar uma nova denominação a esta língua, tornando-a mais conhecida neste novo tempo de globalização.
Com o avanço da tecnologia, economia, intercâmbio cultural e lingüístico, nesta época de globalização, as trocas de informações tornam-se cada vez mais necessárias para o desenvolvimento de um país. Com o desenrolar de tanta fatos, o estrangeiro possui certa dificuldade de entender e até interpretar textos produzidos no Brasil e exportados para seu deleite ou até informações.
Sabe-se que o português falado e escrito no Brasil tem grande diferença do português falado e escrito em Portugal. Apesar de haver certa semelhança na sintaxe e até na morfologia com o português de Portugal, a questão da semântica se diferencia e muito, em muitas palavras do português brasileiro tais como: bicha, cacete, faceira, que para nós tem o significado respectivo de homossexual, cacetete e mulher vaidosa, entretanto para outros países lusófonos e para Portugal o significado trata-se de fila, pão e carne da face do boi; isto pode provocar uma interpretação muitas vezes errônea da língua portuguesa falada no Brasil.
Vale ressaltar que a condição de língua portuguesa na época do Brasil Colônia sofreu repressões, imposições e até mesmo proibições do uso misturado das três línguas (o africano, o português e o indígena) que eram faladas pelos jesuítas para poderem compreender, negociar e pregar a fé cristã (religião portuguesa) ao povo considerado pagão.
Com a intenção de oferecer um atributo maior a este estudo tenciona-se pormenorizar os conhecimentos da história da língua a fim de possibilitar uma nova visão do estudo em pauta.
Esta pesquisa anseia um conhecimento maior de nossa língua, valorizando mais a situação lingüística da nação brasileira trazendo, assim, um benefício, uma nova concepção de ego lingüístico de nossa língua materna, que tem origem latina.
A temática que se insere no projeto em pauta configura-se na observação de uma língua portuguesa que deixou de ser uma língua pura no decorrer do tempo, acontecido, assim, com o latim, que foi o pináculo da origem desta língua, mudando suas estruturas em alguns casos, em sua semântica faz nascer questionamentos de se oficializar uma nova língua que seria a língua brasileira.
Utilizando-se de uma pesquisa puramente bibliográfica e com o seu pressuposto teórico fundamentado em uma natureza fenomenológica, far-se-á o estudo se desdobrar no interesse de desmistificar e evitar que a língua portuguesa tome novo rumo na história evolutiva lingüística, valorizando-a em um contexto globalizado.
A pesquisa ora desenvolvida demonstra que, em pauta, tem o objetivo de justificar as razões da existência de uma distinção entre a língua portuguesa de Portugal e a língua Portuguesa falada e escrita no Brasil, tendo em vista que feito um traçado com a pesquisa bibliográfica, textos já construídos com o objetivo de historiar a origem da língua portuguesa.

2 LATIM, SURGIMENTO, APOGEU E DECLÍNIO

O latim surgiu em Roma, mais precisamente na região do Lácio, a princípio esta língua só era falada pelos agricultores e apascentadores de animais. Com o decorrer do tempo e o aumento demográfico, esta deixou de ser considerada tosca e rude passando a obter um apuro cultural.
Sob a influência do Grego, o latim teve um crescimento vertical deixando de ser conhecido apenas pela denominação de Latim Vulgar, utilizado pelos militares e pela camada social mais baixa, estendendo-se para Latim Literário, aperfeiçoado pelos estudiosos da língua, Latim Eclesiástico falado na igreja da época, Latim Clássico, dentre outros.

A cultura e a língua dos latinos foram evoluindo. O Latim, língua tosca e rude, falada a princípio por agricultores e pastores, sob a influência de outros povos, principalmente o grego, foi-se aprimorando, a ponto de produzir uma rica literatura (ANDRADE, 1997, p. 23).

O povo romano foi de grande admiração do mundo antigo até na contemporaneidade, pois este deteve um enorme poderio militar, político, social, econômico e o seu grande poder lingüístico, o que se dará mais importância, pois é a temática da discussão em pauta.
Roma, ao dominar outros povos, procurava impor sua cultura, tentava praticar o gloticídio implantando sua língua, suprimia de forma inteligente através da própria necessidade do povo submisso.
A língua utilizada pelos militares era o latim coloquial, denominado Latim Vulgar, este latim se expandiu com mais facilidade, pois à medida que as tropas avolumavam o domínio romano, elas também introduziam a língua aos povos dominados.
Os governantes de Roma ampliaram sua tática para fortalecer e fixar os domínios sobre as nações que já estavam conquistadas, construíam escolas, estradas e implantavam correios, em suma introduziam sua cultura de forma direta, objetiva e inteligente.
A cultura era introduzida aos povos pelas escolas que ensinavam a língua latina, bem como em toda transação comercial, utilizava-se o latim como base de negociação.
A língua se alastrou pela Itália, França, Península Ibérica, com mais facilidade, pois as tropas avançavam tanto por terra como por água, trazendo consigo o Latim Vulgar que era falado pelos militares, camada social despreocupada com o avanço cultural dedicando-se somente às conquistas.
Com o aumento da extensão de terras e do poder militar, o rei promoveu uma nova lei, com a intenção de agrupar mais adeptos às tropas leais de Roma, promulgou um edito a todos que se ingressassem pelo exército romano, que seriam naturalizados romanos, tendo os mesmos direitos que um romano nato. Todo militar romano, depois de haver participado de certa quantidade de guerras recebia títulos de boas terras para a agricultura nas fronteiras das nações conquistadas, mais uma tática romana para proteger seus domínios.
O latim era considerado uma língua pura neste marco histórico, mas com a medida tomada pelo rei e pelas conquistas de novas nações levando a língua materna, com o tempo, esta deixou de ser pura, pois à medida que uma língua suprime outra, também sofre influência da língua suprimida.
Ao atingir um poderio descomunal, Roma começou a cometer erros centralizando o poder, recrutando e nacionalizando outros povos e, juntamente como esta atitude enfraquecia o poder também na questão lingüística.
Imagine-se uma lâmpada acesa; à medida que se distancia do ponto central desta luz, ela enfraquece sofrendo conseqüências da escuridão. O latim, mesmo sendo uma língua dominante, sob a disposição do tempo e da distância sofreu influências de outras línguas, adquirindo novas palavras e novos vícios de linguagens.
Desde o século VIII a.C até o século VIII da era cristã o latim sofreu muitas mudanças ainda que havendo conquistado grande parte do antigo mundo. A língua começou a entrar em declínio, juntamente com o poder romano, deixando de ser uma língua pura. A associação de outras línguas ao latim começou a criar novas línguas, sob a vista de um plano horizontal. O tempo e o espaço foram os maiores responsáveis por estas transformações.
O interesse de comentar este marco histórico, com o apogeu e declínio do latim, sustentará como fundamento para futuras discussões sobre a condição atual de língua portuguesa no Brasil. Passar-se-á ao segundo plano do objetivo deste estudo.
3 ACUMÚLO DE LÍNGUAS EM UMA PENÍNSULA DOMINADA

Dar-se-á uma breve continuidade à história do latim para que se possa compreender o conteúdo deste marco.
A Península Ibérica (Península Hispânica), nome originário de uma região que, na atualidade, compreende a Espanha e Portugal, locais em destaque do conteúdo estudado, em torno do século VI a.C, os Iberos que habitavam esta península, povo pacífico que vivia da agricultura, foram dominados pelos celtas, povo rebelde que vivia de guerras, miscigenando-se de tal forma que se tornaram um só povo, os Celtiberos.
Posteriormente agregaram-se à península, colônias de Fenícios, Gregos e Cartagineses. Deve-se salientar que cada colônia tinha sua língua específica, nota-se, então, que para haver comunicação entre estes povos, era necessário que se tornassem poliglotas, isto já provocava uma associação de palavras nas comunicações entre si, ato conhecido como estrangeirismo.
No século III a.C, os cartagineses resolveram dominar toda a península, pode-se até precisar a época exata deste movimento, foi no ano 219 a.C na época do Cerco de Sargunto . Para que a região Celtibera não ficasse sob os domínios de Cartago os Celtiberos pediram auxílio das forças militares de Roma.
Eles não só receberam o auxílio de Roma, mas ficaram sob o seu domínio cerca de oito séculos. Como foi mencionado no item anterior, Roma pretendia romanizar toda nação dominada, com a Península Ibérica não foi diferente. Durante estes oito séculos, a cultura romana conseguiu consumar a prática do gloticídio das línguas já implantadas naquela região, foram construídas escolas para o ensino da língua e cultura romana, estradas para facilitar o acesso de militares e mantimentos que eram comercializados no trato lingüístico dominante, igrejas que levaram suas crendices e cultura eclesiástica, tornaram o serviço militar obrigatório.

Começaram levando para a Península Ibérica os fatores de civilização que lá não existiam: abriram escolas, construíram estradas, templos, organizaram o comércio, o serviço de correio, etc. (CARVALHO e NASCIMENTO, 1987, P.20.)

Verifica-se que, quando Roma dominou a região Celtibera, já existiam no mínimo cinco tipos de língua distinta na área (o Celta, o Ibero, o Grego, o Fenício e o Cartaginês). Subtende-se que o latim vulgar chegara à região com seu grau de pureza. Visto que, com o passar do tempo, esta língua sofrera influências das línguas dominadas, percebe-se, então, que, nas imediações do século V da era cristã, o latim já teria se modificado de certa forma.
Para acentuar mais esta mistura lingüística naquele século, (séc. V), época em que o poder de Roma já entrara em declínio, a Península fora invadida e dominada pelos bárbaros germanos que trouxeram novas línguas utilizadas pelos Alanos, Suevos, Visigodos e Vândalos. Pode-se notar que houve mais um acréscimo lingüístico na região peninsular.
Apesar de os bárbaros serem os novos dominantes, não deram muitas contribuições no que diz respeito à cultura para os povos romanizados, fecharam escolas, extinguiram as nobrezas romanas, acreditavam que a educação enfraquecia o espírito guerreiro que existia neles.
Naquele século, toda a península fora romanizada, falando o latim vulgar e com o domínio dos bárbaros ocorreu o substrato lingüístico, modificando ainda mais o latim puro. Segundo Dolores G. Carvalho e Manoel Nascimento, por este motivo a língua começou a desenvolver-se independentemente em cada região. Este povo dominou a península celtibera por três séculos.

…, Já bastante modificado pela ação do substrato lingüístico peninsular, passou-se a desenvolver independentemente em cada região, isto é, dialetou-se. (CARVALHO e NASCIMENTO, 1987, P. 20)

No oitavo século da era cristã, os árabes invadiram a península e a dominaram, com eles vieram sua língua, suas crendices e tabus. O árabe influenciou de certa forma a língua românica, que incorpora as palavras prefixadas por “AL”, como por exemplo: Alfaiate, Álcool, Algarismo e etc.
Algumas línguas que tomaram independência lingüística na região da península, com o domínio bárbaro, sofreram uma adequação do árabe, pode-se dizer que tiveram um derrame de palavras estrangeiras em suas línguas (o conhecido estrangeirismo).
Notoriamente salienta-se que a Península Ibérica, com a mistura de outras línguas, criou novas ramificações lingüísticas sob um entroncamento romano. Os árabes tentaram a prática do gloticídio forçando a implantação da língua e cultura.
Esta tática não teve êxito, pois não foi aceito os seus deuses pelo povo e também fizeram resistência à língua, somente alguns povos receberam influência acentuada dos árabes formando assim o moçarabe , o substrato lingüístico foi mais acirrado em alguns povoados.
A esta altura o latim vulgar tivera uma modificação acentuada em todo seu conteúdo semântico, assim como se mostrará decorrer deste estudo lingüístico que de fato manifestar-se-á nos demais marcos da história da língua portuguesa.

4 O NASCIMENTO DE UMA NOVA LÍNGUA

Dando continuidade à história do enorme revolto lingüístico, a península que fora vítima da repressão econômica, política, militar e cultural de outros povos, para introduzir e fixar seu poder tentava destruir o que de mais importante se tem em uma nação, que é a língua, com prática do gloticídio em etnias pioneiras. Esta península era a Península Ibérica.
Irá ser destacado o nascimento de uma nova denominação lingüística que, na atualidade, considera-se um dos maiores acervos de uma humanidade com suas ricas literaturas, que é a língua portuguesa.
A península hispânica até então estava sob o domínio árabe, mas existia uma resistência dos cristãos e povos que viviam nas regiões montanhosas. Travaram-se incansáveis batalhas para expulsarem os árabes e reconquistarem o poder hispânico pelos povos da região.
O julgo dos árabes durou mais de sete séculos, pois estes tomaram o poder no século VIII dominando por este vasto período, só chegando o seu poder ao fim no século XV, mais precisamente em 1492, com a batalha sob o comando de Dom Fernando de Aragão e Isabel de Castela.
No século XI, Dom Henrique, conde do condado de Borgonha, destacou-se entre os nobres que lutaram para a expulsão dos árabes, e, ao casar-se com dona Tereja, filha de Dom Afonso VI, rei de Leão e Castela, recebeu como dote o condado Portucalense que era uma pequena porção de terras localizada na parte da costa ocidental da Península.

Dom Henrique, conde de Borgonha, que, por seus serviços prestados à coroa e à causa cristã, recebeu em casamento D. Tereja, filha do D. Afonso VI, e como dote o governo do Condado Portugalense. (CARVALHO e NASCIMENTO, 1987. P. 20)

A partir de então começa a germinar um novo país em pleno território Hispânico. Neste condado e em um condado vizinho, a língua falada era um dialeto que era o Galeziano ou o conhecido Galego-Português.
Com a morte de D. Henrique, o reinado hispânico procurou reaver suas terras e seu domínio sobre aqueles condados. Ao passo que dentro dos domínios hispânicos existia muito conflito para a independência dos povoados, o conflito deixara de ser externo passando a surgir conflitos internos.
O filho de D. Henrique, D. Afonso Henriques ao travar uma batalha com o objetivo de tornar o condado independente da Espanha, foi aclamado, pelo povo, rei do condado Portugalense que, a partir de então, deu origem ao estado independente de Portugal.
Quando por fim Portugal torna-se independente, falava-se ali o galego-português, por conseqüência da independência, D. Afonso Henriques oficializou a língua do novo país, chamando-a de Língua Portuguesa.
Do mesmo modo que em Roma se oficializou a língua denominando-a Latim, em Portugal oficializou-se uma nova língua, é perceptível que um país torna-se mais independe quando não utiliza a nomenclatura lingüística de outro país.
Com a inserção de uma nova língua, o mundo teria que reconhecer a independência de Portugal, mesmo dentro da península hispânica. Seguindo a independência territorial, posteriormente lingüística, as outras seguiram o desenrolar da história e atualmente vê-se aí um belo país que se tornou Portugal.
D. Afonso Henriques, com o desfecho de muitas batalhas conseguiu aumentar suas fronteiras chegando à medida territorial atual. Por outro lado o condado vizinho, que era a Galízia, que também falava o galego-português, com a separação lingüística passou a falar apenas o galego, mantendo-se submisso a Espanha.
Nesta altura da História, pode-se ver que, com a mistura de muitas línguas aderidas ao latim, germinou-se mais uma nova língua, brotando a língua portuguesa, apesar de o português ser uma língua advinda do latim, se fizer uma análise pode-se identificar muitas diferenças sintáticas, fônicas, morfológicas e principalmente semânticas entre a língua latina e portuguesa.
Pode-se exemplificar algumas palavras em que se pode observar estas diferenças:

LATIM PORTUGUÊS
FENESTRA JANELA
ECCLESIA IGREJA
LIBER LIVRO
CAPUT CABEÇA

O português tornara-se puro no momento em que fora oficializado, com isto foi mostrado mais um marco histórico da língua portuguesa. O próximo um objetivo será mostrado a seguir, que é a especificidade deste estudo que hora é divulgado através do conteúdo que segue.

5 LÍNGUA PORTUGUESA, SEU APOGEU E DECLÍNIO

Portugal procurou aumentar seus domínios e riquezas, visto que não podia mais aumentar suas fronteiras, dentro da península que se encontra inserida, começou a explorar terras além mar.
Seguindo as rotas comerciais, notaram que ainda existiam terras inexploradas pelos grandes povos da época. Desejoso de extrair tudo quanto podia de outros povos, o rei criou grupos de exploração marítima com enormes naus, muitos marinheiros com boa quantidade de mantimentos e outros suportes para tal desígnio.
Como Roma havia feito na antiguidade, chegara a vez de Portugal iniciar suas conquistas, levando consigo a língua portuguesa para alastrar em um mundo que ainda não conhecia esta nova língua. Os primeiros povos a reconhecer esta nova língua foram os comerciantes que tinham contatos por onde Portugal passava.
Em uma das explorações, Portugal descobriu o Brasil que anteriormente, foi chamada de terra de Vera Cruz. Esta nova terra, na realidade, não fora descoberta pelos Portugueses, pois ela já era habitada por um povo que tinha de certa forma sua cultura, mesmo que não considerada pelos portugueses.
Este povo vivia em grupos, tinha seus credos e o mais importante de tudo, tinha sua língua própria dentro de seu grupo social.
Portugal chegou nesta nova terra com ímpeto poder, foram implacáveis na imposição de uma nova língua a um povo que nada conhecia além de suas fronteiras.
A princípio tentou negociações amigas com os índios, em seguida tentou escravizá-los e posteriormente impuseram a língua portuguesa como única forma de sobrevivência para eles, que eram os próprios donos das terras.
Esta parte da História remete à história da romanização da Península Hispânica.
No início da invasão dos Portugueses em terras indígenas brasileiras estima-se que os índios tinham aproximadamente 340 línguas diferentes, na atualidade relaciona-se apenas 170 línguas indígenas. Simplesmente foi utilizada a prática do gloticídio em umas e a supressão de outras.

O professor Ayron Dall’Igna Rodrigues nos dá o seguinte número aproximativo dos falares indígenas brasílicos: “Falam-se no Brasil, hoje em dia, umas 170 línguas indígenas, ou seja, arredondando o cálculo, cerca de 350 línguas indígenas na época de Cabral”. (ELIA, 2000. P. 22)

Portugal veio para o Brasil trazendo uma nova língua, a partir de sua oficialização pode-se considerar uma língua pura.
Não satisfeito com a mão-de-obra indígena para a exploração natural, agrícola e mineradora, Portugal tomou a medida de transportar negros para a substituição do índio, pois este era muito feroz e arredio. Para isto, Portugal transportou negros da costa da África para a colônia Brasileira.
Deixar-se-á um pouco os habitantes naturais do Brasil e se falará dos negros na África, posteriormente se retomará a questão do índio.
Portugal agiu de forma mais grosseira com povoados africanos do que os romanos em suas conquistas. Os lusitanos invadiram Angola, Moçambique, Guiné-bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, com o interesse de aprisionar negros para traficá-los ao Brasil e torná-los escravos em uma terra que, além da presença do Português, era habitada pelos nativos já existentes.
Esta tomada de atitude levou à implantação da língua portuguesa em alguns locais da África, suprimindo, bem como exterminando algumas línguas maternas nestes locais.
Em Portugal, a língua continuou da mesma forma que fora oficializada, mas o português trazido ao Brasil iria mudar de forma contínua e cronológica. O apogeu da língua portuguesa não durou muito tempo no Brasil. A convivência dos portugueses com o negro e o índio fez com que a língua portuguesa começasse a mudar. Com o adstrato do indígena e dos falares africanos, a língua portuguesa sofreu uma influência de ambas começando uma mudança contínua.
O Português sentiu a necessidade entender a língua indígena e a africana, então os Jesuítas fizeram a miscigenação das três línguas de tal forma que houve rumores da existência de uma nova língua no Brasil colônia, esta mistura foi denominada Língua Geral.
Esta língua teve um papel importante na história lingüística do Brasil, pois ela fora utilizada pelos portugueses para as transações comerciais, de uma forma geral, para a comunicação entre as três raças que compreendia a ocupação do país.

Depois de 1654, intensificou-se a emigração branca; contudo, os portugueses que usavam a língua geral nas relações comerciais e na comunicação com os índios e mamelucos foram reduzindo o vocabulário do português. (ANDRADE, 1997. P. 38)

Foi necessário o declínio da língua portuguesa no Brasil colônia para que houvesse um entendimento melhor entre as três etnias que habitariam juntos as terras que Portugal dominara sobre forte armamento.
É importante salientar que estas três raças misturaram-se de tal forma que surgiram outras novas raças que são os mamelucos, cafuzos e mulatos, se houve uma mistura de raças, houve também uma mistura lingüística, que se denomina adstrato lingüístico.

Por isso, durante o primeiro século após o Descobrimento, nessa sociedade composta de brancos, índios e negros predominou a língua geral, apesar dos esforços da metrópole. (ANDRADE. P. 38. 1997)

Foram esclarecidos nos marcos históricos anteriores que Roma e Portugal oficializaram suas línguas a fim de manter os países independentes e definitivamente livres de outros países.
O marquês de Pombal começou a notar que a colônia estava se diferenciando linguisticamente de Portugal e poderia começar uma cogitação de uma possível independência do Brasil. Com a intenção de manter o Brasil sob os domínios de Portugal o marquês proibiu o uso da Língua Geral impondo o uso do português.

A proibição do uso da língua geral e obrigatoriedade do uso da língua portuguesa, oficialmente (Directorio do Marquês de Pombal, de 3 de maio de 1757, extensivo para o Brasil em 17 de agosto de 1758). (ANDRADE, 1997. P.39)

Como estratégia providenciou a expulsão dos jesuítas do Brasil e a proibição do uso da língua geral dizendo que se tratava de uma língua demoníaca.
Neste ponto do presente estudo, pode-se ver que neste último marco histórico da língua, o português teve um período muito curto de domínio absoluto, vale salientar que, o apogeu mencionado, foi o uso da língua portuguesa pura no Brasil colônia.
No Brasil, as transformações sofridas pela língua portuguesa se deram por motivo de uma breve escravatura dos indígenas, reais donos das terras brasileiras, e posteriormente, pelo grande tráfico de negros para o desenvolvimento deste enorme país que tanto precisava de serviço braçal.
Imbuídos deste estudo dividido em marcos históricos, fundamentados sob argumentos de ricos lingüistas, manifesta-se o interesse de dar continuidade à história lingüística do país que já adquiriu sua independência há tempos.

6. BRASIL, UMA NOVA LÍNGUA, UMA NOVA DENOMINAÇÃO

Neste último capítulo, viu-se a grande importância que a língua portuguesa teve na maneira de falar do brasileiro, entretanto, nesta nova etapa, fundamentados nos marcos históricos, será mostrado que a língua falada no Brasil tem uma enorme diferença da portuguesa e que com uma homogeneidade étnica surgiu uma nova língua.
Depois da língua portuguesa ter sido implantada no Brasil, deixou de ter seu grau de pureza, passando por evoluções, pois com o tráfico de negros africanos trazendo com sigo sua língua, o quimbundo, o bantu, dentre outras e o encontro de índios com mais de 340 línguas, sendo as principais o tupi, o guarani, o nheengatú dentre elas, foi necessário que, para haver diálogo entre as três raças, se aprendesse tais línguas.
Os próprios portugueses criaram um nome para a miscigenação das línguas que foram trazidas para o Brasil denominando-a língua geral.
Com a formação da língua geral, mistura homogênea do Português, do Africano e do indígena, protegida e conservada pelos Jesuítas, o português puro caiu em desuso de tal forma que houve grande preocupação por parte dos Lusitanos que moravam na colônia de propriedade portuguesa.

A expressão língua geral foi inicialmente usada, pelos portugueses e espanhóis, para qualificar línguas indígenas de grande difusão numa área. (ELIA, 2000. P.23)

Houve uma tentativa de recuperação do domínio lingüístico português, foi tomada a atitude de emigrar mais portugueses para o Brasil, a fim de aumentar o senso, visto que a quantidade de índios e negros era muito maior do que os descobridores.
O Marquês de Pombal tratou de expulsar os Jesuítas, conservadores da língua geral, proibiu o uso da língua afirmando que se tratava de uma língua demoníaca.
Com certeza o Marquês teve a intenção de proibir o uso da língua geral a fim de que se evitasse uma independência lingüística, posteriormente econômica e social do Brasil Colônia. Nota-se que os portugueses tiveram a mesma visão tida por Roma de que para manter a soberania e interesses econômicos, era necessário uma língua oficial, no caso o latim.
Mesmo com a proibição do uso da língua geral, ela não deixou de evoluir, era algo inevitável, pois tinha que ser usada para a comunicação das três raças.

Depois de 1654, intensificou-se a emigração branca; contudo, os portugueses que usavam a língua geral nas relações comerciais e na comunicação com os índios e mamelucos foram reduzindo o vocabulário português. (ANDRADE, 1997, P 39.)

Segundo Teysser (apud ANDRADE. Maria M. de, 1982. P 79), é mencionado que a língua portuguesa sofreu um processo evolutivo de forma diversa assim como o português falado no Brasil, só que neste último, o português passou por divisões dialetais em um plano vertical mais diversificado do que no plano horizontal. Subtende-se que no plano vertical é a evolução da língua de forma culta, literária, utilizada na sua forma normativa, e no plano horizontal são os dialetos (sotaques) utilizados por cada região.
È certo comentar que cada região do Brasil, com a miscigenação, teve uma influência em quantidade mais ou menos acentuada das línguas submissas ao português.
Apesar de o resultado da mistura ser chamada língua geral, havia duas línguas gerais, assim defendidas por Silvo Elia, a língua geral do norte, que tinha mais influência indígena e a língua geral do sul, que recebera maior influência negra.
É certo afirmar que a língua geral substituiu por um período a língua portuguesa, então houve aí o surgimento de uma nova língua e ela poderia ser utilizada como língua oficial que posteriormente se tornaria um país independente do domínio português.
Em torno do século XVII, a língua recebeu uma nova denominação deixando de ser língua geral passando a ser chamada de língua brasílica. Mesmo sobre o domínio da coroa portuguesa o anseio de um desmembramento lingüístico começou pouco tempo depois do descobrimento em comparação com o desmembramento lingüístico português da língua latina.
Em 1822, quando o país conseguiu sua independência de fato e de direito, deixando de ser uma colônia portuguesa, acentuou-se ainda mais o desejo de se livrar da dependência lingüística de Portugal tendo um surto nacional do indigenismo, segundo (ANDRADE, Maria M. de. 1997. P. 79) o indigenismo tornou-se verdadeira obsessão nacional. Tomou vulto a questão da língua brasileira, que reivindicava para o Brasil uma língua própria, independente da portuguesa. Apresentaram-se projetos de leis na Câmara dos Deputados, pois a língua não é apenas uma questão dos gramáticos, mas também dos políticos, uma afirmação da soberania nacional.

Em 1935, 150 deputados propuseram a denominação “língua brasileira” para o Brasil; a matéria foi rejeitada pelo relator Pedro Calmon, por não considera-la da alçada do legislativo. Em 1946, a Constituinte estabeleceu, de forma oficial, a “língua portuguesa” para o Brasil (ANDRADE, 1997. P 41)

Se em 1935, como afirmou Andrade, na citação acima, uma época mais próxima do julgo português, os brasileiros desejavam tornar-se independente linguisticamente de Portugal existindo nesta data a lusofobia , imaginem hoje que a gramática normativa do brasilieiro tornara-se totalmente diferente da gramática de Portugal.
A língua portuguesa falada no Brasil tornou-se de tal maneira diferente, que se algum português falar com um brasileiro que não tem uma cultura elevada e o mínimo de conhecimento de história lingüística, provavelmente o diálogo poderá ser motivo de revolta.
Com o fragmento de um texto de escrito com data mais próxima da atualidade podemos notar como se difere demasiadamente o português de Portugal com o português do Brasil.

- Ontem fui ao teatro, mas a bicha que estava na porta era assustadora. Voltei.
- Ô rapaz, estás a furar a bicha, é?
- Atenção: bicha nos dois sentidos.
- Silêncio, miúdos, todos em bicha indiana.
- Ai, Jesus, essas bichas em zigue-zague não andam.
- Estou nesta bicha desde cedo!
- Essa bicha é para comprar ou para entrar?
Fico a ver, cá em Lisboa, os putos na rua e pensar que alguns filoporquequilos, ou melhor, filólogos, estão querendo que, quando eles crescerem, escrevam e falem como brasileiros. E eu pergunto: por quê?
Percebam?
(PRATA. Mário. Folha de São Paulo. 23 de maio de 1991, P. 6-7)

No campo morfológico da norma utilizada no Brasil, a população de um modo geral tem o costume de utilizar verbos no gerúndio, exemplo: estou andando; já o povo português não utiliza este tipo de conjugação verbal, a forma expressa é: estou a andar, estou a falar e etc., utilização do verbo no infinitivo precedido de preposição.

A língua portuguesa do Brasil é a mesma de Portugal. São idênticos o código lingüístico e o sistema; as diferenças estão na norma. Há uma norma para Portugal, outra para o Brasil. (ANDRADE. P.42. 1997)

Pode-se mencionar também a diferença de gênero, comenta Andrade que em Portugal usa-se madeiro, lenho, horto, fruto; no Brasil prefere-se madeira, lenha, horta, fruta.
No trato semântico, percebe-se a diferença na relação dada por Andrade:

Palavra Portugal Brasil
Babado Cheio de baba Folhos de roupa
Sarabanda Poesia popular Descompostura
Borracho Filhote de pombo Bêbado
(Abmael Lopes do Nascimento)

Na questão fonética a diferença é mais acentuada:

Portugal Brasil
Cucheira Cocheira
Curtar Cortar
Lâite Leite
Mer’çer-te Merecer-te
Vir’s vires

(Abmael Lopes do Nascimento)

A conjugação do verbo fechar no presente do indicativo:

Pessoas Portugal Brasil
Eu fâcho fecho
Tu féchas fechas
Ele fécha fecha
Nós fichamos fechamos
Vós fichais fechais
Eles fécham fecham
(Abmael Lopes do Nascimento)

As diferenças são claras e evidentes, como poder-se-ía utilizar a linguagem puramente portuguesa em nossos textos literários? Com certeza iria mudar todo o seu conteúdo.
Com tais situações explícitas no decorrer do estudo, percebe-se que a nomenclatura, língua portuguesa não se enquadra às necessidades de utilização de uma comunicação externa. À primeira vista, para um estrangeiro, pela nomenclatura, o Brasil utiliza a mesma língua de Portugal.
O Brasil, com o seu grande mercado de exportação, em tudo, precisa criar textos para a utilização destes, como poder-se-ía manifestar de forma adequada se outros países não puderem diferenciar o português falado no Brasil?
Segundo Antônio Houaiss desde o século XIX pleitea-se a possibilidade de se dar uma denominação específica para a língua portuguesa brasileira, que para muitos é de suma importância:

Não se trata – para os que afirmam a existência da “língua brasileira” – de dar esse nome à língua mais falada no Brasil, desde pelo menos o início do século XIX. Trata-se mais, trata-se de descrever e fazer operar tal língua com uma gama tal de diferenciações entre a portuguesa e a brasileira. (HOUAISS, 1992, P.10)

A observação do diferencial lingüístico falado no Brasil não é percebida somente pelos brasileiros, segundo Antônio Houaiss, termo utilizado com sapiência de forma justa, diz que os portugueses execram as outras nações que se dizem falar o português. Desta feita, inclusive na atualidade tecem comentários escabrosos de que nós brasileiros degradamos o português.

Há portugueses que, proprietários da “sua” língua, não só execram seus compatrícios dialetais (oralmente e por escrito), mas excomungam e, se possível, expeliriam os que a degradam. (HOUAISS, 1992, P 30)

Ainda hoje existem desejos de se dar uma nova denominação à língua portuguesa falada no Brasil, mas infelizmente esta batalha anda a passo de tartaruga, mesmo assim já houve modificações.
No estado do Amazonas, mais precisamente nos municípios de São Gabriel da Cachoeira, através da lei municipal de nº. 145 de 11 de dezembro de 2002, as línguas Nheengatú, Tukano e Baniwa se tornaram línguas co-oficial no Brasil.
Segundo (BARRETO, Ricardo. Novo Milênio: Lei municipal oficializa indígena – 11:26 h), o nheengatú possui grande influência sobre a cultura brasileira, sendo responsável por cerca de 10 mil palavras da língua portuguesa brasileira.
Além das palavras que se utiliza no Brasil terem uma semântica em sua, grande parte, diferente de Portugal ainda existe a somatória de inúmeras palavras de origem indígena com palavras de origem africanas.
Através deste minucioso estudo, com o interesse de desencadear uma nova visão, sabendo que na língua brasileira é advinda do português, mas que sofreu mutações e/ou miscigenações, o que notoriamente se sabe é que a partir da língua africana e o indígena, pode-se falar na existência de uma língua nacional brasileira.
Não é de hoje que se questiona a possibilidade de oficializar a nossa língua portuguesa falada no Brasil como língua brasileira ou retomar a denominação de língua brasílica que mais se adequa ao povo brasileiro.
Com o traçado deste estudo, pode-se chegar à conclusão de oficializar a língua, pois além de materna a soberania, far-se-á uma diferença maior nas conquistas econômicas em tempos de globalização.
Segundo BAGNO, 1999, P.24 quando se diz que no Brasil se fala português usa-se esse nome simplesmente por comodidade e por uma razão histórica, justamente a de ter sido uma colônia de Portugal.
Continua afirmando o que se pretende defender no estudo em pauta reiterado ao seguinte trecho do texto:

Que cada vez mais se diferencia da gramática da língua falada em Portugal. Por isso os lingüistas (cientistas da linguagem) preferem usar o termo português brasileiro, por ser mais claro e marcar bem essa diferença. (BAGNO, 1999, P.24)

A situação de língua brasileira não é única, mas diferenciada de muitas outras. Nos sete paises que falam a língua portuguesa, Portugal, Guiné – Bissau, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe e Moçambique; em nenhum país se fala o português que é falado no Brasil, pois apesar de o africano se fazer presente na miscigenação lingüística brasileira, a língua indígena existente na língua brasileira não faz parte de nenhuma outra língua que contenha o português.

7 CONCLUSÃO

Como se pode ver no transcorrer de todo o estudo abordado foi baseando-se nas transformações das línguas mencionadas nos marcos históricos, estudados desde o surgimento, o apogeu e o declínio das línguas, a ponto de surgir novas línguas a partir da língua latina, que foi o ponto de partida da história da língua portuguesa brasileira.
Notou-se que a partir das observações dos estudiosos da língua (os lingüistas), que toda nação tem a intenção de mostrar sua soberania a outros povos de forma a oficializar uma língua própria, dando-lhe uma denominação.
Este nome é uma espécie de marca registrada de toda nação independente, uma manifestação súbita de mostrar ao mundo que se o Brasil pode se expressar por suas próprias palavras, através de sua norma, morfologia, sintaxe e semântica personalizadas, pode ter um nome específico.
Observa-se que a língua deixou portuguesa falada no Brasil realmente de ser uma língua de um povo que há muito deixou de dominar esta nação, que como diz o Hino Nacional, é “gigante pela própria natureza”, e que de fato a língua com um nome diferenciado da língua de outro país, é uma clara manifestação de independência, tal como o hino brasileiro, o pavilhão, os costumes, as comidas, o carnaval e muitas outras especificidades únicas que destacam a terra brasileira de terras alheias.
Não se deseja que o povo fique alheio lingüisticamente do mundo globalizado de que se faz parte. Não se deseja que se fique vivendo sob a rebarba de uma língua que se diferencia e muito da que aqui se fala.
Deve-se pensar na condição submissa que a língua brasileira é conhecida e manifestar o desejo que um enorme grupo de brasileiros tem em oficializar a “língua brasileira”.
Esta mistura do português, do índio e do africano é que pode proporcionar uma língua tão rica, então deve-se registrar e deixar transparecer para o mundo que não se é apenas um, e sim três em um só nome.

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Maria M. de. Curso de língua portuguesa: para a área de humanas: enfoque no uso da linguagem, jornalística, literária, publicitária. Ed. Ática. São Paulo, 1997.

BAGNO, Marcos. Analogia. In: A língua de Eulália: novela sociolingüística. 11ª ed. Ed Contexto. São Paulo, 2001

BAGNO, Marcos. Preconceito lingüístico o que é, como se faz. 42ª ed. Edit.Loyola. São Paulo 1999

BARRETO, Ricardo. Novo Milênio: Lei municipal oficializa indígenas – 11:26. Google

BOURDIEU, P. A economia da trocas lingüísticas: o que falar quer dizer. 2ª ed. São Paulo. Edusp.

CARVALHO, Dolores Garcia; NASCIMENTO, Manoel. Gramática histórica. 15ª ed. Ed. Ática. São Paulo, 1987.

ELIA, Silvio. A língua portuguesa no mundo. Ed Ática. São Paulo, 2000

TERRA, Ernani & TERRA, Nicola. Gramática, literatura e redação para o ensino médio. Ed Scipione. São Paulo, 1997.

FARACO,Carlos Alberto. Lingüística Histórica: uma introdução aos estudos de línguas. Ed. Ática. São Paulo, 1998.

HOUAISS, Antônio. O Português falado no Brasil. Ed. Revan. 3ª ed Rio de Janeiro. 1992

RIBEIRO, J. Grammática portugueza. Rio de Janeiro: Livraria Francisco Alves. Sem ano

ROERTS, Ian. KATO, Mary A. Brasileiro, uma viagem diacrônica. Ed Unicamp. 2ª ed. São Paulo. 1996.

Lei Muncipal de nº 145 de 11 de dezembro de 2002.

Meu e-mail: abmaellopes40@hotmail.com

[...] 2012, haverá um período de transição, no qual valem as duas formas de escrever: a antiga e a nova. Nem todas as normas estão definidas. Ainda há exceções - por exemplo, no uso do hífen - que [...]

Me ajudem, por favor.
Vocês acham que quem fez essa reforma na língua é analfabeto ou simplesmente um ignorante?
Para a minha pessoa, os dois casos expressam bem a pessoa que fez essa reforma.
Na minha opinião isso foi vontade de querer deixar o povo brasileiro ainda mais ignorante.
Tenho pena do meu filho.

Sou estudante e não concordo com o tal acordo, isso só irá nos prejudicar mais.

Como Brasileira que sou, não poderia deixar de escrever um pouquinho sobre o tema. A Língua sofre alterações desde o princípio, quando o Brasil tornou-se colônia de Portugal. A mistura de línguas, fez com que o “Português do Brasil”, como alguns preferem mencionar sofresse várias modificações. Estudamos isso na Linguística durante muito tempo. Na verdade não há necessidade de mudança, isso na minha opinião confundirá ainda mais Brasileiros e teambém os Portugueses. Concluo neste ano a minha licenciatura em Letras pela Faculdade Cidade de Coromandel, e pretendo escrever minha monografia abordando esse assunto. Então as opiniões de todos me serão muito úteis, inclusive se alguém quiser dar opiniões em minha tese vou estar sempre colocando minhas idéias, ainda sou uma “mera” estudante e me preocupo muito com as consequências que esta mudança pode causar…
Abraços a todos!!!

Minha opinião, assim como a de muitos que aqui escreveram, é a rejeição total ao tal acordo ortográfico. Mas quero deixar claro que minhas justificativas não corroboram certos absurdos que escreveram aqui.

Uma menina chamada Carina se deu ao trabalho de dizer que prefere deixar de ser portuguesa à tolerar uma suposta submissão de sua língua às regras brasileiras. Isso é no mínimo uma imbecilidade, pois sem preceber essa menina acaba de ultrapassar um limite muito tênue, porém muito grave, que existe entre o nacionalismo e a xenofobia.

Em que aspectos será que ela se julga tão superior aos brasileiros e brasileiras? Em que aspectos ela pensa que o português dela é melhor que o meu? Se Portugal ainda ostenta alguma importância perante a Europa e o mundo, isso se deve muito à devassa que foi feita nas Américas, na África e na Ásia. E isso se aplica à Europa como um todo: não teriam metade do que têm se não fosse a exploração, a escravidão, o genocídio e todas as outras formas de vampirismo cometidos ao longo de séculos. Quando penso nisso, me dá certa vontade de aprender tupi-guarani, apesar de apreciar muitíssimo a língua portuguesa.

Mas deixemos o desabafo de lado. A almejada unificação da língua é uma leviandade porque não vai surtir nenhum dos efeitos esperados. A representatividade dos países lusófonos na ONU vai continuar sendo a mesma, isto é, praticamente nula. Ou alguém imagina Portugal, Brasil ou qualquer outro país tendo alguma relevância em reuniões do Conselho de Segurança, por exemplo? Só porque todos estão escrevendo igualzinho?

Outro erro é acreditar que se pode unificar o que é múltiplo desde as raízes. A origem dos povos, as paisagens, as relações sociais e todo um universo de aspectos são muito diferentes em cada um dos países lusófonos. Desse modo, é natural que a língua evolua de maneiras diferentes em cada região dessas, pois é através dela que comunicamos o que apreendemos da realidade. A propósito, nenhuma dessas particularidades é levada em consideração de verdade, mas será mesmo que em Timor Leste as pessoas falam português? Será que seu uso como língua oficial não é uma imposição? Será que o mesmo tipo de imposição não existe na Ásia e na África? Porque pelo que sei, o que acontece na prática é as pessoas desses lugares se comunicarem em dialetos regionais em seu cotidiano. E como o acesso à educação é muitíssimo restrito, será mesmo que um percentual considerável das crianças lá aprendem português?

Portanto, afirmo que o único motivo forte que conduz as negociaões em nome dessa palhaçada é de cunho econômico: fomentar o aquecimento de setores da economia, como o mercado editorial, por exemplo. Serão milhões e milhões de livros reeditados por causa de acentos gráficos, hífens e alguns c e p. Em outras palavras, é um jeito de alguns empresários ganharem mais dinheiro, afinal são os empresários que mandam e desmandam, pelo menos no Brasil, e creio que assim seja em Portugal também.

E por falar em empresários, se os países lusófonos realmente quiserem alcançar um patamar de maior importância, devem investir em educação e tecnologia principalmente. O inglês não é a língua mais falada no mundo porque todos escrevem igual nos EUA, na Inglaterra, entre outros. É porque esses países se desenvolveram, cresceram e espalharam empresas pelo mundo. O mesmo efeito se dá com a Espanha e mais recentemente, com a China. A dependência econômica e tecnológica que temos dos países de primeiro mundo é que determina a força e a influência dos idiomas falados nesses países. Estamos invertendo a ordem das coisas acreditando que a unificação da grafia em língua portuguesa trará força e importância à nossa língua e nossos países.

Vou tentar ser breve embora sinta vontade de ficar mais de u
ma hora a falar sobre este assunto tal a revolta que me da
Sou portugues e nao compreendo porque razao tantos portugueses estao contra este acordo. Isto ja deveria ser feito ha muito tempo atras e quanto mais tempo demorarmos mais nos afastamos da estacao. Por favor meus senhores tenham do. O acordo ortografico nao vos vai tirar a nacionalidade. Se o Brasil fica beneficiado que seja afinal eles sao 200 milhoes nos somos 10. E continuamos com a nossa lingua viva e forte. Afinal temos que olhar para o Brasil como um pai olha para um filho. Os filhos sao o futuro. Que bom pai e que nao gosta de ajudar e apoiar o seu filho? Por favor meus senhores ja basta de falsos nacionalismos. A nossa lingua e o portugues.Se conseguimos entrar na uniao europeia tenhamos tambem a ombridade de emitar os nossos vizinhos espanhois e ingleses que nao se metem em polemicas como estas

E MUITO LEGAL ISSO VAI MUDAR QUASE TUDO NE

Será que a palavra obedecer já foi alterada para obdecer…. preocupem-se mais com os erros que escrevem na própria página web….

Por que os governantes não se preocupam com o ìndice elevado de crianças fora da escola, ou com o descaso que a educação sofre? Ao invés disso eles se preocupam com a cadeira que ocupam e em votar coisas absurdas….Queridos assim o Brasil sempre será um país subdesenvolvido…Por favor…Isso é um tremendo descaso com a educação…

AF PQ TEM Q EXISTIR ESSA MERDA? CARIOO VEY *

-ATENÇÃO
sou Brasileira e estudante e como tal acho esse Novo Acordo Ortográfico uma chatice, além de quem está preparando para vestibular ter que mudar todos seus conhecimentos, significa para mim que todos as minhas outras aprendizagens sobre a Língua Portuguesa foram inúteis e sem motivos!
OBRIGADA PELA ATENÇÃO! ;D

Boom eu acho isso um pouco legal , nós podemos aprender mais com isso e eu sou uma estudante do ginásio entaum acho qe vai ser fácil . mais naum gosto de escrever ”certo” em computador mais na escola sou FEERA ..
Obrigada *–*

Eu achooo um pouco compliicado!!!
Algumas palavras sem acento vão dificultar mais a aprendizagem!!
Prefiro que deixassem como antes,é bem melhor!!
Exempllo de palavra: CINQÜENTA, com o novo acordo fica CINQUENTA (sem a trema)
HORRÌVEL!!!!!!!

eu achooooooooo muito chaaaaaaaaatooooooo!!!!

[...] ortogr?fico da lusofonia (Angola, Portugal, Brasil, Mo?ambique, Cabo Verde, Guine Bissau, … …) Falar sobre o novo acordo ortogr?fico implica saber que em termos hist?ricos j? se fizeram [...]

As reações favoráveis ou desfavoráveis às modificações na ortografia da língua portuguesa parecem-me mais emocionais do que racionais.
Daqui a algumas décadas, os jovens brasileiros nem sequer saberão que um dia a palavra “ideia” foi escrita “idéia” (assim como os jovens brasileiros de hoje jamais suspeitariam que até há pouco tempo, 1971 para ser mais exato, o seu cafezinho era “cafèzinho”…). O mesmo acontecerá com os jovens portugueses, os quais, provavelmente, ficarão espantados quando virem escrito “baptismo” nalgum livro “antigo”, de 2008…
Do mesmo modo como nos admiramos, hoje em dia, quando vemos grafias como “pharmacia”, “dansar”, “annual”, “vel-o”, em vez dos atuais “farmácia”, “dançar”, “anual”, “vê-lo” (só para citar alguns exemplos).
Camões, o grande poeta da língua, não ficaria menos espantado se ouvisse seus conterrâneos portugueses, que estão “a fazer” críticas ou elogios às mudanças na língua. Certamente lhe soaria mais natural ouvir os brasileiros, que continuam “fazendo”, como ele fazia…

Também não concordo com essa lei.

óh eu já tou de saco cheio desse negoço de novo acordo ortógrafico…vão se arromba todo mundo! quem inventou e quem esta concordando QUE PORRA VEY !

xau bjo no cú

Olá ,
no meu modo de vista o novo acordo ortográfico vai dificultar para muitas pessoas . Falo por mim mesma , porque quando estudava no colegial aprendi de uma forma , e agora estou cursando faculdade e tudo mudou , e , certamente , terei dificuldades com isso .

São simplesmente absurdas algumas postagens lidas neste site. Fico pasmo de saber como a ignorância de algumas pessoas sobrepuja o bom senso fazendo-as parecer ridículas. Li a mensagem de uma “ilustre” portuguesa que disse que é desta vez que ela se mudará definitivamente para a Inglaterra se o acordo for plenamente estabelecido. “Santa e bendita IGNORÂNCIA”!!! Sou brasileiro, passo todos os verões europeus em Portugal, sempre a altura dos meados de junho desembarco em terras lusitanas, país que aprendi a amar e adotei como minha segunda pátria. O único problema criado no novo acordo da língua portuguesa está na mente pequena e na incapacidade de evoluir de quem se posiciona contra. Sou totalmente a favor do fortalecimento do nosso idioma, mesmo porque a globalização exige posturas de ajustes para o bem do progresso. Meus pêsames aos retrógrados e aos fracos de entendimento de plantão!!!

essa mudança que estão fasendo vai nos atrapalhar bastante ficamos anos aprendendo e quando eu aprendi depois de muito esfosso ven novas regras po fala serio

Nao da mais essa reforma é uma droga!!! quem ja ta indo fazer vestibular como eu t]vai ter que estudar tudo de novo e em cima da hora por causa dessa merdam de acordo

Eu até concordo com algumas coisas.
Pode ser que seja bom pra alguns (ex: Para mim pois vou morar em Portugal e tudo vai ficar mais fácil).
Contudo para outros dificulta um pouco, quando tiver que prestar vestibular no ano que vem?! Como deverei estudar, responder as questões ?! Isso dificultará a minha vida e a de outras pessoas também.

A nossa lingua deveria evoluir de forma normal, com o passar dos anos. Não de forma tão brusca, causando indignação de várias pessoas.

Beijo e foi um prazer.

[...]           Começou a vigorar em 01 de janeiro de 2009, as novas regras determinadas pelo acordo ortográfico. Foi firmado com o objetivo de unificar a ortografia de 8 nações que integram a comunidade de [...]

EU TAMBEM NÃO CONCORDO COM ESSA PORRA…O CARA QUE INVENTOU ISSO NÃO TEM UM PELO…

Olá , eu tenho 10 anos , e queria saber uma coisa.Queria que vcs me desse alguns substantivos compostos ,que não possuem mais o hífen.Por favor me mandem umas 20 palavras!É urgente , se não perderei ponto em português !

Olá , eu tenho 11 anos , e queria saber de uma coisa . Alguém gostou desse novo acordo ortográfico ? Eu não . Eu perco ponto de ortografia na aula , porque não sei ainda como que estão as palavras . Alguém poderia me ajudar ?
Conto com a sua ajuda . Um beijo , ;*

Olá , eu tenho 11 anos e queria saber de uma coisinha . Alguém aí concorda com esse novo acordo ? Olha , eu não . Pois estou perdendo muitos pontos de ortografia na sala , pois ainda não sei como que está esse novo acordo . Alguém pode me ajudar ? Obrigada , conto com sua ajuda . ;*

Odete , não sei nenhuma palavra . Mais se você quiser , entra nesse site , tem tudo . http://www.substantivoscompostos.com.br
Um beijo .

vai ser dificil p/c acostumar.
mas vamos pgar o jeito…
bjus.

mudar o vocabulario foi ruim agora que ja estamos velho nao vai dar pra aprender mais ok:

ate q eu concordo cm isso pq algumas palavras deviam ser melhoradas!

[B][I][RED]MAIS VAI SER DIFÍCIL SE ACOSTUMAR

meu comentario é o novo acordo ortografico eu queria saber porque vai mudar a sentuacão do [voce] porque mudar infens muito grata xau xau

Concordo em alguns pontos, porem em outros descordo. Houve algumas complicações que devemos agora aprender tudo de novo. Algumas palavras vão ficar sem nexo, vai depender do contexto, outras nem com o contexto vai resolver seu probelma. Por exemplo o trema, tirando a palavra vai ficar sem sentido algum. Mas nos adequaremos com o tempo.

Eu nao concordo com essa mudança pois como os mais novos tipo os que estao na 8°serie irao se acostumar com essas mudanças?? e a gente que faz faculdade sera mais dificil, pois depois de tantos anos de estudo fica dificil!! e se possivel falar o porque todos os paises que falam portugues devem falar igual?!?!?!?!?!?!?!

acredito que com essas mudancas com as novas regras da lingua portuguesa,vao ocasionar uma enorme confusao na cabeca de varias pessoas,pois se o portugues ja era dificil,com essas mudancas sera pior ainda.

Sempre achei que os nós brasileiros devíamos ir aperfeiçoando nossa língua legítima que é o tupi guarani.Se existe uma língua nativa, a outra é a importada! ainda mais sabendo como foi essa colonização completamente insensível á cultura dos povos que aqui já estavam, numa terra que que já tinha nome e história! Tudo isso foi desconsiderado por absoluta falta de respeito e excesso de pervesidade!!! Os portuguses já bagunçaram bastante; não devia ser dada nenhuma consideração à lígua deles.

A UNICA COISA QUE ME SERVIU FOI O FATO DE AS LETRAS [Y][K][W] PASSARAM A FAZER PARTE DO NOSSO ALFABETO, JA QUE O MEU NOME CONTEM DUAS DAS LETRA CITADAS !
MAS A MINHA OPNIÃO SOBRE ESSAS NOVAS REGRAS É CLARA : ACHO ISSO TUDO TOTALMENTE RIDICULO ,ISSO NÃO É VANTAGEM PRA NGM , PELO CONTRARIO , ISSO SÓ VEM A COMPLICAR MAIS AINDA A VIDA DAS PESSOAS POIS AGORA TODOS TEM Q SE ACOSTUMAR COM AS REGRAS , E FORAM MUITAS AS MUDANÇAS!

que podre

Oi,

Alguém pode me responder se houve alguma mudança nas regras referentes à crase e vírgula com o novo acordo ortográfico?

Grata.

O Acordo Ortográfico está aí para facilitar nossas vidas. É ultrapassado pensar em patriotismo- como a maioria dos portugueses o fazem- neste momento, visto que a homogeneidade da língua trará benefícios tanto para o Brasil como para Portugal ou qualquer outra nação que fale Português.

Não concordo com o acordo ortográfico porque irá dificultar muito a nossa escrita, tanto na escola quanto no dia-a-dia.
A partir da idéia de um comentarista cujo nome é Daniel Andrade, pude ver realmente que não existe outro interesse nesse novo acordo, a não ser econômico.Como ele disse e eu também acho, que se ambos países - Brasil e Portugual - investissem mais na educação e na tecnologia, realizariam o desejo de muitos, deixaria de ser um país subdesenvolvido e se igualaria a países de alto nível como os Estados Unidos e a China.

Não concordo com essa tese do acordo ortográfico estar vindo para ajudar no aprendizado. Eu estou na sexta série(7º ano) e acredito que isto esta somente complicando nosso aprendizado, pois desde a alfabetização eu aprendi a lidar com os acentos e com o hífen, e agora mudaram tudo que eu concordo com o comentário acima, que só tem fins econômicos… Se houvesse uma grande diferença entre as línguas, de escrita e de fala, tudo bem… Mas,são somente uns acentos aqui, algumas letras adicionadas ali, mas nada que faça tanta diferença. Os portugueses agora estão por cima, pois a grafia deles está sendo usada em todos os países que falam o português oficial… Tenho minha opinião e tenho certeza que isto tudo é uma simples armação para mostar para o mundo todo(pois estão dando ênfase a isso) o quanto eles são patriotas… Somente isso.

obrigada pelas suas informaçoes eu gostei mmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmmuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiittttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttttoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo… obrigada!

CARA, ISSO É UMA PERCA DE TEMPO ! :(
QUEM JÁ TÁ ACOSTUMADO COM O DE SEMPRE SE FERRA … :)

NA MINHA OPINIÃO :*

Uma vez burros sempre burros.Portugal é um país velho pressisa mudar!…

Caro amigo Ricardo. Uma vez que afirma que, sendo o Brasil muito maior que Portugal devia ter uma língua própria, devia saber que os Estados Unidos da América, terceiro país em extensão, logo a seguir à Russia e Canadá, também devia ter uma,não acha?
É que uma língua nada tem a ver com a extensão do país, mas sim com a cultura dum povo. E lembre-se que, muito antes do Brasil existir, Portugal já dava novos mundos ao mundo.

GOSTAVA QUE A LUCINEIDE DALVANIR ME DISSESSE QUAL ERA O NOME DO BRASIL ANTES DOS PORTUGUESES O DESCOBRIREM E ME RELATASSE A SUA HISTÓRIA.

PQ ELES FORAM FAZE ESSA PORCARIA??????N CONCORDO TB COM ESSA PORRA!!!!!!

PQ ELES FIZERAM ISSO???N SERVE P NDA
!!!!!

Poxa! Por que ke eles foram fazer isso??
era melhor antes……..
x\

eu ñ concordo cm isso tem nada a ver tirar acento colocar acento tirar ifem ecolocar so perca de tenpo isso

prof Ernani Terra preciso de ajuda para resolver algumas questoes sobre o novo acordo ortográfico, como faço pra entrar em contato com o prof.? seu email pessoal ou profissional

prof Ernani estou fazendo um curso das novas regras ortograficas, preciso de sua ajuda profissional como faço pra entrar em contato com o senhor??

o site ruim naum tem falando nada!eca…!
rs²

notei que nao houveram tantas mudanças, pois o brasil a linguagem e porem mas complexa que a de portugal, porem parece que portugal nao quer aceitar esse novo acordo por que houve muitas mydanças, isso e verdade?
se portugal nao aceitar essa novo acordo ortografico, a ortografia continuara da mesma forma?
contudo na minha opiniao eu acho que nao precisaria de toda essa mudança.

adorei o novo acordo valllleEeEuuUuUuU!!!!!!!!!!!!!

o novo acordo foi um decisão de grande validade,pois facilitará muito a un´~ao econômica dos paises que falam a lingua
portuguesa.

adorei o acordo , o .. (o trema ) vai cair né????!

Que ridículo, (quase) não dá pra saber aqui quem é brasileiro e quem é português, mesmos nomes, mesmos sobrenomes, mesma lígua, e mesmo orgulho. Fala sério! Sejamos mais coerentes com a situação, ou os portuguses descem do altar e os “brasileiros” comecem a estudar e a falar português, pois que o que se fala no brasil é um resto de português, infelizmente; ou portugueses e brasileiros perderão um de seus maiores bens. Não adianta querer uma língua brasileira, pois já a temos, o nheenghatu, que por sinal, o português, o idioma importado [patético! é difícil imaginar o brasileiro a falar outro idioma senão o português] como citaram anteriormente, carrega em suas entranhas vocábulos da real língua brasileira que enriquiceram o idioma português no Brasil, isso sem falar dos africanismos, só aqui podemos dizer menino, guri e moleque, sendo que são a mesma coisa! Por outro lado, Portugal carrega a modernização do idioma, pra que acentuar ideia, trema? Estrangeiros que se rebolem pra aprender quando gu e qu não são dígrafos. hahahahaha :P. Como não seria bom, Portugal e Brasil, pai e filho, pudessem desfrutar o que o português tem a oferecer em sua totalidade.
Dizer que a língua é de Portugal, não é coerente, acabou-se o tempo das grandes cruzadas… E dizer que Brasil é o dono da língua, gente a Amazônia tá sumindo e os “brasileiros” não tão dando a mínima importância. O problema é esse, “brasileiros” não sabem dar valor as suas riquezas, não reconhecem todo o legado deixado para nós, e aliena-se só fútil. Por mim, excluir-se-iam todos os acentos, e voltaríamos a escrever asthma, gymnasio, commercio, phylosophia, chimica; mas Portugal, pra que não querer tirar as consoantes mudas, se todo o rico legado latino que existia no português [o português era um dos idiomas mais admirados em séculos passado devido ao seu eruditismo quase que perfeito, na escrita e fonética, era como se fosse o legítimo descendente direto do latim, título perdido para o francês, considerada o a principal evolução do latim] foi por água abaixo [por causa de motivos ridículos os quais eu soube recentemente, e que infelizmente os brasileiros têm sua parcela de culpa :(].
Poder-se-ia oficializar um dialeto do português no brasil, como as aberrações linguísticas que passam diariamente nas novelas e programas da TV GLOBO, e emissoras, quem sabe até, um crioulo hahahaha. Bonito pra sua cara Brasil, és um gigante, um impávido colosso, mas fala igual a um analabeto, de quem é a culpa? Dos brasileiros [é o único povo que diz que sua língua é muito difícil de se aprender, eu não acho, acho-a facílima!!!], ou do nosso sistema falho de ensino, cheio de corrupções e falhas? A primeira crítica que se diz a respeito do acordo, ao menos aqui no Brasil, é que temos outras coisas mais importantes para discutir, mas, espera, português não é nossa identidade? não faz parte de nossa cultura? Cantamos, choramos, sorrimos em português, sabemos o que é saudade, tão bem quanto os portugueses, será que isso não é importante? Podeis ver que meu comentário tem muitas perguntas, tenhos as respostas, mas seria bom que cada um repensasse antes de dizer coisas como “vou deixa de ser português”, “todo meu estudo está perdido”, “é um terror pra quem faz vestibular”, “Portugal é o dono do português”, “Viva o Brasileiro [uhhhh, patético]“.
Muitos defendem a divisão do idioma em dois, isso já aconteceu com o neerlandês, graças à falta de diálogo entre as nações neerlandófonas, e também ao preconceito, ao orgulho exarcebado, e outros problemas de nações muito diferentes [coisa que Brasil e portugal não são!!!] o que acabou gerando um idioma, idêntico ao neerlandês, o afrikaans. É patético ver escritos em afrikaans e neerlandês, logo se percebe o quão demente é a mente humana. Os africanos têm belas línguas, pra que tentar rearranjar um indoeuropeu, resultado, o neerlandês supera o afrikaans, pois Holanda é riquíssima e muito influente no mundo, enquanto na áfrica do sul ainda existem bairros de brancos e negros :(. No caso luso-brasileiro não sei como ficaria, pois igualmente vejo amantes das variedades brasileira e portuguesa, eu particularmente amo as duas, e vejo-as como uma só, porém com suas características próprias, e que devem ser preservadas e COMPARTILHADAS entre os países lusófonos. O que vejo por parte dos estudantes não nativos de português é que o mesmo seja um idioma uno, e também que na variante brasileira, o português seja realmente português, é intrigante ouvir “tu é, tu veio, tu viu, tu sabe…; nós é, nós vai, nós veve [kkkkkkkkk] nós sabe, nós come…”, pra que um impávido colosso usar-se-ia de termos dialetais palpérrimos? Se por um lado uns acham que isso é a “evolução da língua” outros acusão de ser uma “degeneração”, como o inglês que pode ser considerada um frankstein linguínstico, com uma gramática resquicial germânica e vocábulos fortemente latinos, porém é o mais falado do mundo, e ó serve pra isso, pra comunicação [quanto ao português, ouvimo-lo e sentimo-lo], torna-se uma ferramenta muito útil, o que será que Eça de Queirós e Machado de Assis pensariam dessa Evolução linguística? E o próprio Camões, que apesar de nunca ter vindo ao Brasil, morreu sem saber que preservaríamos o modo de falar de seu tempo e seu jeito poético em nosso coloquialismo.
Discutir a reforma ortográfica é algo sem fundamento, porque é algo que já está acontecendo no Brasil [e até agora não rendeu maus frutos], e que tudo indica que vai acontecer em Portugal e no resto do mundo. Tem de se pensar agora na presença do portguês no mundo, Goa e Macau estão pra deixar de serem ilhas lusófonas na Ásia, enquanto se discute quem é o dono de idioma e quem é o certo, essas preciosidades estão perdendo sua identidade, quem melhor do que portugueses e brasileiro para cuidarem do idioma e ajudar a mantê-lo vivo?
Eu concordo com o acordo ortográfico, porque o melhor que o português tinha [sua ortografia erudita] já foi perdido, só resta agora manter o português atual, forte e sólido perante o mundo moderno. Eu me orgulho de falar português, e orgulhar-me-ei sempre!! Portanto seria melhor se todos deixasem seus receios, suas preguiças e seus orgulhos de lado, e cuidar desta relíquia tão preciosa quanto um diamante, a língua de Portugal, do Brasil, Moçambique, Angola, Guiné-bissau, Cabo-verde e Timor, entre outras localidades, NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA.

hahaha, preparai-vos, pois
se a coisa der certo, outro acordo pode vir, e este outro gerará muito mais polémicas!! O neerlandês sofreu um acordo parecido há 3 anos e até hoje os países baixos não se ententendem…

E só pra quem não sabe, está na constituição: “A língua portuguesa é idioma oficial da República Federativa do Brasil.” [fiquei triste ao ler isso, pois mal se escuta o português real por estas terras e nada se faz pra que esse quadro mude]

concordo com luana so cerve para complicar nossas vidas

esse acordo nao serve para nada so conplica

Uma PORCARIA,
a lingua portuguesa, ta mara !
CACETADA, só vai criar complicações.

CACETADA.

Nossas vidas já estão adaptadas, uma nação portugesa se deixando leva por politicos imbeciis, nomes, sobrenomes, tudo perfeito, e tudo será mudado, QUE PAIS VIVEMOS ?

CACETADA.

nada contra esse novo acordo ortográfico acho até que vai melhora a nossa linguagem e + ainda a nossa fala
sobre esse passes que estão relacionado a esse novo acordo ortográfico pra alguns será bom pra acho que não se adaptarão
a essa nova escrita

isso é apenas uma tremenda porcariaaaaaa!!! idiotice

esse acordo é so pra complica tudo

Infelizmente não temos uma lingua que seja um diferencial em relação ao mundo.
Por exemplo:
Na Inglaterra fala-se o Inglês
Na Espanha, o espanhol
Na China, o chinês
E porque no Brasil não podemos ter a nossa lígua BRASILEIRA. um made in Brasil, com todas as nossas origens indígenas e os dialetos regionais.
Enfim ter um orgulho daquilo que seria só nosso A LINGUA BRASILEIRA

Bem concordo plenamente com as decisões tomadas,pois assim os alunos vão ter que se enteressar mais,para poder passar no vestibular…
vai complicar muito mai vai ficar tudi mais intenso….

eu acho que essa nova ortografia vai só atrapalhar o aluno!!!

eu acho iso uma tremenda palhaçada,Vcs sao um ói de fil de quenga,só pra cmplicar a vida de nóis!
flw

eu nao concordo com essa porra..

Pooots, só pra ferra com a nossa cabeça.
Tô fazendo trabalho das regras dos acentos e agora mudo tudo tem que dar 300 explicações. POOOH QUE SACO.

Eu sou a favor do novo acordo ortografico.

Eu pessoalmente estou contra este acordo e a desculpa de unificar a língua portuguesas não justifica algumas aberrações que querem fazer. Para mim um FATO é para se vestir o outro chama-se FACTO (acção de fazer, acontecimento, aquilo que é real).
Não vejo a REAL ACADEMIA DE LENGUA ESPAÑOLA fazer o mesmo que os nossos iluminados linguístas. E isso que Espanha tem muitas mais ex-colónias que partilham a língua castelhana. O que fazem é introduzir novas palavras que vão entrando em uso no dia a dia no vocabulário cada certo tempo venha de onde vier.
E ninguém se queixa, nem ninguém traduz livros de castellano español para o “argentino” ou vice versa.
Enfim, não tenho nada contra o português que se fala no Brasil ou noutro qualquer país lusófono, mas acho que não temos que agradar a todos e não tem que se adaptar a outros tipos de português, mas sim ao português que se fala dia a dia na rua. Mas se uniformizarmos a língua perdemos o que a torna bonita, que é essa variedade de pronuncias e até de vocabulário. Também se vai perder a origem dessas palavras e a razão porque se escreve de uma ou outra maneira.
É de conhecimento geral que o português tem diferentes tipos dependendo do país ou região que se fala, mas considero que é perfeitamente compreensível por todos sem necesitar de este “ridículo” acordo para o afirmar.
Enfim, deixem-se de tentar destruir a nossa língua e ponham-se com coisas mais importantes. Parece coisa de gente ociosa que não tem nada melhor que fazer.

Acho que o acordo ortpgrafico foi lançado em prol de unificar os paises, isso só tem a ganhar. acho que o extenso prazo para Portugal se adequar as novas regras foi bem grande, acho também que eles não vão cumprir, mas, se cumprir isso ficaria óptimo para todos os paises. fikdik

ola pessoal! respeito a opiniao de cada pessoa.
porem,acho que é algo desnecessario eu sou concluinte, como posso mim adptar a estudar algo diferente.
para isso tenho q estudar tudo novamente.
obrigada pela compreensao!!!!
desculpas se alguem nao concorda……

eu amei essa novo acordo ortográgico!!!!!!!!!!

Esse negócio de nova ortografia não tá com nada, pode tratar de acabar isso só dificulta o aprendizado das crianças.

Cada um tem a sua opinião, é certo, mas a minha pergunta é a seguinte:
Porque razão se lembraram agora de modificar a língua Portuguesa para esta se parecer mais com a brasileira ??
Há aí algum português (de Portugal) que tenha vontade de falar brasileiro ? Pois bem, que se mude para o Brasil !!

Já agora informo o Sr.GILMAR que comentou que “Uma vez burros sempre burros. Portugal pressisa mudar” que antes de fazer comentários deste, PRECISA primeiro aprender a escrever.

Sem querer ser xenófoba ou racista, acho que cada macaco deve ter o seu galho.
Ou vamos agora fazer o favor aos brasileiros e começar a falar e a escrever como eles para poupar letras!?
Quem é que quer começar a escrever “eh” em vez de “é” ou “jah” em vez de “já”. Só alguém com dificuldade em acentuar as palavras ! Mas para isso deveriam ter dado mais atenção na primária, quando aprenderam a ler e a escrever.
Quando tal estamos a falar como as tribos primitivas!
Por favor, poupem-nos, nós é que os ensinamos a falar, o problema é que os professores não foram os melhores.

Esqueçam o acordo ortográfico. Cá por mim vou continuar a escrever com aprendi e quero lá saber das novas regras.

Aos nossos governantes só tenho a dizer que eles se baixam muito, e como dizia a minha bisavó: “quem muito se baixa ….”

Só mesmo uns iluminados para terem uma ideia destas.
Assim é vergonhoso ser Português.
Já agora, não querem tornar-se Espanhóis e acabamos de vez com esta PALHAÇADA ???

EU NÃO SEI PORQUE DESSE NOVO ACORDO ÓRTOGRAFICO SE O ATUAL JÁ ESTA DIFICI,E PARA OS QUE JÁ ESCREVIAM ERRADO NÃO VAI MUDAR NADA EU TENHO 14 ANOS E ESTOU NO PRIMEIRO ANO E ESTOU MAL INFORMANDO SOBRE ESTE ACORDO,MAS PRETENDO ESTUDAR.

Cá para mim não temos de imitar americanos e ingleses nenhuns. Estamos bem como estamos, não percebo o alarido. O que interessa mais é a projecção da Língua Portuguesa no mundo? Ainda para mais, a língua falada em Portugal vai ter sofrer mais alterações! O berço da língua é que vai mudar! Também, como sempre há submissão nossa. Claro que niguém desta geração vai concordar com isto e falar assim.
Cumprimentos.

o povo q nao q andar pra frente.
ficam se apegado ao passado como ser mudar uma bobagens de umas letra na ortografia fosse uma Questão de Honra.

Não lhe chamaria um Acordo, mas sim um Crime Ortográfico!

“O empobrecimento da língua é o empobrecimento da cultura!”

é bom para algumas pessoas na tenra idade

Eu nao acredito tanto ou nao vejo a tal melhoria, mais senao so a pior coreccao ORTOGRAFICA da lingua Portuguesa
1-Como e possivel tanta coreccao do PORTUGUES falado em portugal e nao a do BRASIL?
2-Acho eu o que deveria ser feito e o acresimo de palavras da lingua portuguesa AFIM DE ERIQUECER ESTE LINGUA TAO BOA
3-POR EXEMPLO A PALVRA FIXE QUE SIGNIFICA BOA , BOM TUDO QUANDO E BOM ETC EXPRESSAO ANGOLANA
4 -BACANA VINDO DO BRASIL
5- BWE=MUITO
6- RUIN=MAL MAU
7- KADE=QUEM E
8- BRAZUCA= BRASILEIRO
9- CABO DIOARA=PESSOA DE CABO VERDE ETC……….
Olhem so pra este grande riqueza de palvras da lingua portuguesa que estao ai no ar, assim diria eu a grande ORTOGRAFIA DA LINGUA PORTUGUEAS DE TODOS OS TEMPOS e todo e qualquer se preoucupava em aprender as novas espressoes e nao a ortografia

Relativamente ao novo acordo ortografico, tenho poucas coisas a dizer. Entao, tudo bem que devemos estar sempre a inovar e isso tudo, mas o que que sera feito a todos os livros, dicionarios etc das bibliotecas, escolas entrea outros que estaso “desactualizados”? Seram deitados fora?
E as crianças que acabaram de aprender a escrever terao de aprender a escrever da maneira correcta?
Por amor de deus, inovar é bom mas acho que neste aspecto acho melhor ficarmos quietos no nosso sitio.
Obrigado.

[...] colegas portugueses, e são mais fiéis mormente quanto a fala, poix poix. Já li muitas opiniões a favor (muitos dos quais intelectuais, como integrantes da ABL, outros apenas pseudo), tantas mais…, mas acho que minha implicância não é nem com a revisão, mas sim com a própria lingua. Até [...]

esse novo acordo e muito chato.
caramba

e msmoo so fez complika foi tdo.. nem’

Eu acho assim na miinha opnião que esse negocio de acordo ortografico foi um lance muiito chato palavras que nós ja sabemos vamos tenque dificultar tudo. Não gostei disso miinha professora mandou eu fazer um trabalho sobre isso ” o novo acordo ortografico ” foi uma dificuldade para mim preocurar poxa não gostei está sendo muiito dificil na miinha opnião pode ser até bom por um lado nos ajuda tbm pode ser otimo mas algumas palavras que mudaram que vão imbolar muito a cabeça das pessoas mas neh jah que é assim nada mal se nós aprendermos mas um pouco no entanto sempre é bom nós ficarmos sabendo sempre de algum mas que evolui se é bom estudar imagine como é bom aprender mas ainda as palavras novas que mudaram de lugar obrigada um grande abraço e essa é minha opnião.

ólha, eu axo q complico e ajudo ao mesmo tempo, como eu q to na 7 eu ia aprend uma regra da lingua portuguesa mais como eles cortaram naum preciso mais rsrsrs. mais em compensasão tenho q aprend umas vinte nova. vai sab!

eu acho esse acordo ortografico uma palhaçada se vai ajudar ou não não é problema meu os meu priminhos que estão aprendendo agr essa coisa vai se fácil mas para mim que ja aprendi tdas as regra vou te que aprende tudo de novo!!!
pra mim esse acordo ortografico é uma tremenda palhaçada!!!
se é pra unificar a língua unifica logo tudo de uma vez !!!
eu tenho ódio do cara que inventou esse novo acordo ortografico!!!
agora toda palavra com hífen eu tenho que olhar no dicionário para ñ errar!!!
que droga eu odeio o ‘malukinho’ que inventou isso!!!
ele deve ser um mala e se alguem tiver o tel dele fla para ele que eu mandei um tapa na cara!!!
droga vou te que aprende tudo de novo!!!
que problemão mas esse acordo não vai estragar o meu final de semana não viu?acordo ortografoco eu te odeio e o cara que te deu a luz também!!! que problema!!

eu acho que deveria continuar a mesma coisa
eles gostam de em bolar a nossa cabeça
pra que tanta baboseira!!!!!

obrigado esse novo acordo ortografico e demais *****

e 10

Não concordo com essa frescura,isso é pra quem nao tem oque faser!!…
..I..

unificar uma língua e mostra que quer paz

Gostaria de saber se a palavra Gás permanece ou caiu o acento.

Olá..Felipe…a palavra Gás contunua acentuada, porque é oxítona, as mudanças afetaram plavras paroxítonas e com os ditongos abertos ei- oi..tá bom…ex: ideia.

desculpa erros de ortografia…escrevi muito rápido…
abraços

euu não gostei isso complica a nossa cabeça poxa que saco odiei nossa que horo rsrs
sacoooooo

Oi,

Precisa de um empréstimo pessoal?
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Em seguida, o Sr. Rudi Huber diretcor Contato Europeia gestão das finanças através de e-mail: europeanfinance@live.com

desculpa erros de ortografia…escrevi muito rápido…
abraços

bacana esse site nos mostrar as novas regras do acordo,só assim as pesssoas usam internet para estudar…

juliana chata

Eu queria saber algumas palavras?Por que eu estou fazendo um trabalho sobre o novo acordo ortografico?

essa bosta de novo acordo ortografico e muito ruim affs-.-’

gabriela é só mandar as perguntas que a gente responde..

adorei este site pois ele é muito educativo*_*
!!!!!!

que site de bosta e chatoooooooooooooooo

Adna se manda

olha o novo acordo sobre a limgua Portuguesa ortografica é excelente para os alunos interessarem mais e tentar se dedicar mais á nova regra na minha opinião é claro que irei me dedicar mais a nova regra.
ass:Débora de Andrade Ribeiro.

O novo acordo ortografico veio para confundir a cabeça dos alunos porque é muito dificil e complicado para entender essa nova regra.
Enedilson

Ok, já estou a ver que vai para aqui uma guerra completamente desnecessária entre Portugal e Brasil à conta desta questão… meus caros senhores, portugueses e brasileiros, a questão não é de modernização nem de quem fala a língua mais “pura” ou mais generalizada e influente no Mundo.

É óbvio que as línguas vão evoluindo ao longo da sua vida, mas só evoluem quando é necessário, quando deixam de se adequar totalmente à forma como as falamos, e é através de mudanças subtis, mudança de uma palavra de vez em quando, não uma mudança abrupta como esta. E, neste caso, não é necessário, porque, e façam o favor de compreender isto, A GRAFIA BRASILEIRA É MAIS ADEQUADA E CONFORME AO SOTAQUE BRASILEIRO E A GRAFIA PORTUGUESA É MAIS ADEQUADA E CONFORME AO SOTAQUE PORTUGUÊS. PONTO.

É natural que custe aos brasileiros retirar, por exemplo o trema das palavras que o usam, porque ele influência a forma como as lêem, tal como a mim me fez confusão, e demorei séculos a perceber, quando li pela 1ª vez a palavra “faturam” num jornal desportivo português que já adoptou o acordo, que queriam dizer “facturam”, pois, com a ausência do C, o A “fechou” para mim, e eu li a palavra (e leio-a sempre assim naturalmente, é um instinto incontrolável) como quem lê “aturam”, ou seja, li “fâturam” em vez de “fáturam”.

Metam na cabeça que, para os brasileiros, faz mais sentido escrever “ótimo” porque eles DIZEM “ótimo”, ao passo que os portugueses devem escrever “óptimo” porque DIZEM “óptimo”, o P não é assim tão mudo, e tem participação…

Não se trata de pureza da língua ou de quem tem mais razão! Parem de tornar esta discussão numa guerra xenófoba e retardada, respeitem os argumentos de cada lado e, acima de tudo, compreendam o motivo das diferenças entre as duas variantes do Português, e perceberão porque é que esta mudança, por muito bonita que pareça, é desnecessária.

Estou achando muito interessante os comentários que recebo em meu e-mail.
Há algum tempo atrás teci um comentário e apresentei minhas fundamentações através de minha monografia de graduação.
Estive analisando sobre a mudança e percebi que os gramaticistas, convencidos de suas convicções, acharam por bem fazer essas mudanças que já vinham arrolando há muito tempo.
Como cientista linguístico e especialista me manifesto de forma contrária à decisão deles.
Eles não perceberam a questão histórica de nossa língua.
Assim como a língua portuguesa (européia) adveio do latim, o português do brasil remanesceu do português europeu assim originário do latim também.
Percebe-se que a Espanha, França e Itália, línguas também originárias do latim, tomaram outros caminhos.
Portugal, desligando-se de Galiza, oficializou sua língua ainda existente.
Eles,os gramaticistas, esqueceram que entre o Brasil e Portugal existe um oceano mantendo imensa distância entre um e outro país. Outro fator muito importante que é nada mais e nada menos que o tempo.
Com a distância de contatos constantes com o português europeu, o português brasileiro se modifica cada vez mais.
Ainda resta lembrar que o português europeu (PE) se manteve “puro” em portugal, entretanto o português brasileiro (PB) miscigenou-se com aproximadamente 1500 línguas indígenas somando ainda com três principais línguas africanas.
sem comentarmos as distinções fonológicas,morfológicas e sintáticas.
Por tanto amigos, existem muitas palavras faladas no PB que não são conhecidas pelos Portugueses e vice-versa.
Outro tópico a ser observado é que a força política de um país é, seguramente, a língua; o Brasil precisa, sem preconceito, deixar de ser dependente de portugal.
Posso até dizer que, com a atitude dos gramaticistas, nosso país perdeu a força do grito de independência. Atitude tomada pelo Marquês de Pombal e um único político que deixou de dar outro nome a nossa língua.
Temos que ser independente EM TUDO, INCLUSIVE NA LÍNGUA.
Devemos nos reunir em comunidades para resolver fazer uma AÇÃO POPULAR para desfazer a decisão que poucos brasileiros, “supostamente detentores do conhecimento”, tomaram por uma nação.
Por este motivo criei uma comumidade no orkut “Os lusofóbicos”.
Entrem em contato para discutirmos mais sobre o assunto.

eu estou achando difisil

todo mundo aqui e idiota morra seus galinhas desgraçadas
filhos da puta

euu naum concordoo com o site naum tem nada que preste nessa porra

Olá!!1 Tenho uma dúvida. Escreve-se: Correcto ou Correto!!

Por favor envie-me a resposta pelo e-mail. rafael-s@live.com

eu achei uma bobeira esse novo acordo ortográfico. vai confundir a cabeça de muita gente, inclusive a minha. (yn)

isso é uma porcaria,sem utilidade alguma quem será que foi o idiota que começou com isso?que burrice………..

Agente nun ca coloco acento mesmo!!!!

uma forma mais facil de nos comunicarmos

muito bom

CARALHO
PODIA SER COMO ANTES ERA MUITO MELHOR
MAS OS IDIOTAS DO PODER Ñ QUISERAM ASSIM
BURROS Ñ
VÃO SI CATAR
EU E OS OUTROS QUEREMOS MESMO É A ANTIGA

IDIOTASSSSSSSSSSSSS
TREMENNDOSSSSSSSSS BURROSSSSSSSSSSSSSSSSSSSS
EU QUERO É A ANTIGA
A MODA JA PEGOU
OTÁRIOSSSSSSSSSSSSSSSSS

eu achei uma PORRA esse acordo ortografico
eu quero q as pessoas q gostam vao tudo se FUDE
tomar tudo CÙ…

seus otarios
a antiga nao ficou ficou porque?galera vamo fazzer um abaixo assinado pra a nova regra vasar…uhuhuhuhuhuhuhuhuh
UMA PALMINHA E UM VAINHA UHUHUHUHUHUHHUHUHUHUHUHUHUH!!!!!!!!!!!!!!

eu achei que esse novo acordo ortografico e muito dificil

a mudança foi muito importater para nós alunos para compreender melhor a lingua portuguesa so que atrapalhou um pouco nossos estudos pq oq nos estudamos antes vamos ter q apreender de novo isso muito ruim de esquecer oq nos estudamos vcs nao acham nao mais e melhor conhecer palavras novas na lingua portuguesa mais e legal explora coisas legais um beijao para lucas e cersa ai de moita ai de linneh conhecida por aline

[...] 1 – Porcaria do novo Acordo Ortográfico entra em vigor [...]

Aff.. que ridículo esse povo que escreve com esse vicío de internet! “Oiee”, “achaumm”, ” naum”.. etc e tal.. pra que isso.. Eu não entendi muito bem esse acordo, não acho que era preciso fazer esse acordo, mas também nõ é um bicho de sete-cabeças!(se é que ainda se escreve assim). Na minha opinião quem está acabando com o nosso português é quem fica escrevendo com esse vicío da “língua da internet”!
Acabam escrevendo errado até na escola e tal..

Como português acho muito importante o acordo. Já aprendi as diferenças. Assim é mais fácil manter a língua viva.

afff e uma bosta essa mudanças na minha prova caiu isso e errei tudo quase bombeei por causa dessa merda e vooç sao uns bando de otário kkkkkk e quer saber vao jogar grand chase isso sim e importante

kkkk Devem ter me achado Bruto ne kkkkk mas quase rodei por causa desse acordo

Só não entende, quem não quer…
Tanta contradição e vai dar em nada… Já está feito mesmo, de que adianta estarmos aqui a reclamar…?
O bom é estudar para poder entender melhor isso…
Por mim, não vejo mal algum… Ainda que mudassem o português por completo, eu entenderia estudando-o…
Cabeça dura de alguns isso sim… Preguiça…
Estudem mazééé….!!! ANGOLA…

A razão que mais denota a ignorância de quem deu os exemplos foi a de “a língua portuguêsa ser a única língua com duas grafias diferentes” - ou a pessoa escreveu tal barbaridade é ignorante ou não sei… Não deve saber que existem 3 tipos principais (porque há mais) de inglês com algumas diferenças, algumas que tornam impossível a compreensão: O Inglês do Reino Unido y antigas colónias, o dos Estados Unidos da América y o inglês da Austrália (parecido nalgumas coisas ao inglês britânico y noutras ao americano).

A mim faz-me uma completa confusão como é possível fazerem um acordo tão absurdo! Em Portugal escrevemos assim pelas regras de pronuncïação que s’ensinam no básico! Y os brasileiros, ficam tambêm a perder purque tiram-lhes o trema. Ou seja em vez de “as línguas aprenderem umas com as outras” é ao contrário. Qualquer dia tiram-lhes o acento, ou somos obrigados a falar duma certa maneira ou peor aínda!: Tiram as letras na sua totalidade y cada um adivinha! É que nos acordos ortográficos que se fizeram desde 1911 só houve uma coisinha de jeito que fizeram - tirarem o “ph” y substituírem-no pur “f” (Não faz muito sentido usar duas letras quase sempre quando se tem uma com o mesmo valor fonético.).
Òbviamente eu escrevo português de uma forma muito alterada mas, escrevo como falo segundo as regras de Português que nem são seguidas (por exemplo “diminuindo” não é “diminuíndo”, quando segundo as regras “ui” é um diptongo y tem de levar acento para haver hiato; TODAS AS ESDRÚXULAS TEEM DE TER ACENTO GRÁFICO (¡esta é a mais básica de todas!)… Mas existe pelo menos uma certa palavrinha esdrúxula (ou proparoxítona) que não tem - ASSIMPTOTA! (Supostamente seria assímptota y só a sua abrasileiração leva acento gráfico - “assíntota”).

Okay… Pus apenas uns pòzinhos do que poderia estar a dizer durante dois dias seguidos… Existe um blog onde disse quase todas as razões pela qual o acôrdo é um absurdo y sem-nexo tema político.

É desta que deixo de falar a língua farrapo y começo a falar castelhano como língua primária; pelo menos esse não muda assim… a cada década! Alguma vez viram os latino-americanos a exigirem escrever-se castelhano assim ou assado? Claro que não purque o castelhano nasceu no Reino de Castella, actual España y os españóis não andam a ceder aos demais. Eles dictam as regras purque a língua nasceu deles!

[Escusam de "offender" purque estou muitíssimo habituado y não m'afecta (Como se costuma dizer aqui - Vozes de burro não chegam ao céu). Apesar de que não pareça pela forma de escrever referida pur alguns como "antiquada" sou muito jovem y se fosse eu a dictar as regras da língua, o português seria uma língua onde a regra do "é assim porque sim!" não existiria y para tudo haveria uma explicação]… não há explicação para um “E” se ler “i/y”, “porque” tem um “o” tónico mas que se lê “u” (”porque sim”), “por” lê-se “pur” porque sim (quando as palavras terminadas em “or” teem de terminar a lerem-se “ôr” (excepto em “cor” - não “côr de colorido” mas de “saber de cor”)

A Vânia Mendonça foi a única dos comentários que vi (a começar do fim até à mesma y depois parei) que conseguiu de forma muito resumida explicar o que os burros que estão no governo y os seus seguidorezinhos pró-acordo não percebem.

Já agora: {pró-acordo, proacordo ou pro-acordo? Vocês decidem! Eu escolhi a primeira pur ser óbvia:/}

por que(cada regra do novo acordo ortografico) e um avanço do ponto de vista linguistico???

oi, alguem poderia me dizer quais sao os paises envolvidos nesse novo acordo ortografico? é uma pesquisa da faculdade que mandaram.

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